“Positivo”
“Positivo”: Baier faz balanço do primeiro semestre do Tigre
Capitão tricolor também ressalta a importância da parada para a realização da Copa do Mundo
Por Redação Engeplus
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Uma das contratações mais badaladas do Criciúma, o meia Paulo Baier retornou ao estádio Heriberto Hülse neste início de temporada. Entretanto, assim como o time, o capitão tricolor ainda não encontrou aquele futebol almejado pela torcida carvoeira. O camisa 10 reconhece que enfrentou dificuldades no seu regresso ao Majestoso, mas, mesmo assim, ajudou no avanço do time e avalia como positivo o primeiro semestre do Tigre.
“Foi muito positivo esse semestre. No início foi um pouco difícil, o que é uma coisa normal de entrosamento com jogadores que nunca jogaram juntos. Agora, com a base que nós temos e o com o que o Wagner está implantando, acho que a equipe está melhorando e está fazendo até além da expectativa de algumas pessoas. Estamos ocupando uma boa posição na tabela e esperamos manter isso”, avalia o jogador.
O capitão tricolor ainda comenta sobre a parada no Campeonato Brasileiro, e acredita que a pausa será fundamental para o grupo recarregar as energias para enfrentar a sequência forte de jogos no segundo semestre.
“A parada é importante para o corpo ter um descanso e ver a família. Ainda dá para fazer uma intertemporada legal porque tem tempo para isso. Teremos 30 dias para treinar e ajustar o time, até porque depois é jogo direto nas quartas e domingos, então é preciso ter um elenco forte e bem fisicamente, por isso essa parada será boa para todos os atletas. Temos que tentar estar sempre melhor que os adversários para buscar os objetivos”, aponta o camisa 10 tricolor.
Para o experiente meia, esse tempo de 30 dias de preparação seria perfeito a cada início de temporada no futebol brasileiro. “Esse é o tempo ideal. Se tivéssemos esse tempo em todo início de temporada, de repente, aconteceriam menos lesões e teríamos até um futebol melhor. O Bom Senso F.C. está brigando por isso, por um calendário melhor, não só para os jogadores, mas principalmente para os times menores, que não tem calendário para o ano inteiro. Vamos ver se no próximo ano teremos um calendário melhor”, almeja Paulo Baier.



