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Praia cheia, crianças identificadas

Em Laguna, Corpo de Bombeiros distribui pulseiras de identificação na orla

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Comunicação Laguna

Com a praia cheia e crianças inquietas, uma distração dos pais e o pequeno não consegue mais encontrar o guarda-sol onde está a família. Sem muito senso de direção, perde facilmente o ponto de referência na orla. No último final de semana, dois casos foram registrados pelos salva-vidas de Laguna casos de crianças que se perderam dos pais na praia.

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Por conta disso, os bombeiros estão tentando minimizar a distração dos pais e filhos com a distribuição de uma simples pulseira de identificação. Os pais devem preencher com nome e telefone. A pulseira facilita e faz com que a criança fique sozinha por menos tempo. Os pais podem procurar os postos salva-vidas para conseguir a identificação.

Conforme o segundo sargento, José Feliciano, do Corpo de Bombeiros de Laguna, a pulseira ajuda, mas nada substituirá a atenção dos pais à criança. O desafio é evitar que casos de crianças perdidas se transformem em desaparecimentos. Os registros verificados pelos bombeiros são de situações que compreendem um curto espaço de tempo. As ocorrências policiais dizem respeito a uma situação que compreende um período maior de desaparecimento.

No ano passado nas praias da região Sul foram 18 destes casos.

Dicas para os pais

- Fique de olho na criança, a melhor maneira de evitar que ela se perca é a prevenção.

- Caso a criança se perca, procure um agente público: guarda-vidas, policial militar ou guarda municipal. É fácil identificá-los, pois estão sempre uniformizados. Eles saberão como proceder.

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- Em seguida, mobilize o maior número de pessoas possível, passando as características físicas da criança.

- Quanto menos tempo a criança ficar perdida, menor será o trauma enfrentado por ela.

Dicas para quem encontra uma criança perdida

Ao encontrar uma criança perdida, a primeira coisa a fazer é gritar pelo nome dos pais, que geralmente não estão longe. Caso não haja resposta, leve o menino ou menina até um agente público para pedir orientações. Quando a criança está de pulseirinha, tudo fica mais fácil, pois o adulto que a encontrar tem acesso aos contatos dos pais e a criança pode ser devolvida à família mais rapidamente.

Fonte: SOS desaparecidos

Colaboração: Comunicação Laguna

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