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Saúde

Prefeitura de Criciúma reassume o Hospital Santa Catarina

Na próxima semana, a Prefeitura, junto com o Estado, começará as tratativas para que o hospital São José continue prestando os serviços na maternidade

Por Redação Engeplus

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Foto: Arquivo Decom

O Hospital São José não administrará mais o Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, conforme documento recebido pela prefeitura de Criciúma, pedindo a rescisão do contrato. Com isso, no dia 1° de outubro quem assume a instituição é a Prefeitura de Criciúma. Uma reunião entre o prefeito Márcio Búrigo e o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Saúde Acélio Casagrande ocorreu nesta sexta-feira por causa do período de 90 dias acordado em maio, que estabelecia a conclusão das obras do Materno-Infantil. Este período foiprevisto no acordo assinado por Prefeitura e Governo do Estado, com o Hospital São José e os médicos, no dia 3 de maio.

No início de maio, a direção do Hospital São José informou a suspensão dos serviços a gestantes e recém-nascidos nos setores de obstetrícia e pediatria. Porém, essa suspensão foi cancelada e ficou definido que os trabalhos continuariam por mais 90 dias, prazo estipulado para a abertura da ala no Hospital Materno-Infantil Santa Catarina. O fechamento da maternidade do São José obriga as mães de Criciúma a fazerem seus partos fora da cidade.

“Como a obra não está pronta iremos nos empenhar para que o local seja finalizado. Para isso, vamos buscar verbas do Governo Estadual e Federal. Quando tiver com o local concluído transferiremos toda maternidade do São José para o Santa Catarina”, frisa Búrigo. Para que o dinheiro seja liberado e a obra seja concluída, o prefeito acredita em um tempo superior a seis meses. De acordo com Búrigo, é preciso entre R$ 10 e R$ 12 milhões para a conclusão da obra.

Conforme Casagrande, na próxima segunda-feira, a equipe da Prefeitura, junto com o Governo do Estado, começará as tratativas para que o hospital São José continue prestando os serviços na maternidade. “Na próxima semana será realizado um trabalho técnico para reconstrução do serviço”, afirma o secretário. Após a conclusão das obras no Materno-Infantil, Prefeitura e Estado irão buscar um parceiro para fazer a gestão da instituição, pois, segundo o prefeito, o município não tem condições de bancar os custos do hospital. São necessários R$ 4 milhões mensais para a manutenção do local.

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