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Presidente da Casan reforça compromisso de solução para ETE

Valter Gallina recebeu vereadores de Criciúma na sede da Casan

Por Redação Engeplus

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Foto: Maicon de Souza/Casan

Em encontro com os vereadores de Criciúma, o presidente da Casan, Valter José Gallina, reforçou o compromisso de buscar uma solução definitiva para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Santa Luzia. A reunião, realizada a pedido dos vereadores, aconteceu na sede da Casan, em Florianópolis.

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De acordo com Gallina, setores operacionais da Casan serão deslocados do Centro para a área da ETE. "Isso é apenas mais uma prova de que acreditamos em solucionar o mau cheiro dentro dos prazos prometidos", disse Gallina.

O presidente da Casan enfatizou que cumprirá todos os prazos dados em reunião realizada na Câmara de Vereadores, no último dia 19 de junho.

- Instalação de centrifuga provisória na Estação (ETE) Santa Luzia para reduzir mau cheiro: equipamento foi instalado cinco dias após a visita do presidente à cidade.

- Novo projeto para modernizar a ETE Santa Luzia de modo a eliminar definitivamente o mau cheiro: prazo até o final de agosto será cumprido. Na sequência, será lançada a licitação.

- Nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) na Vila Selinger: projeto adaptado a novo terreno já está pronto e a obra, já licitada, se iniciará ainda em 2015.

Agência municipal de saneamento

Os vereadores entregaram ao presidente, um documento com sete mil assinaturas, sobre disposição popular de criar uma agência municipal de saneamento em substituição à atual Agesan. Gallina disse que uma eventual mudança independe de manifestação da operadora de água e esgoto, mas apenas sugeriu que o debate seja amadurecido e aprofundado entre Câmara e Prefeitura. "Para a Casan, é indiferente quem fará a fiscalização do Contrato de Programa. O importante é que a fiscalização seja feita", observa.

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Repasse para pavimentação de ruas

No encontro, o presidente da Casan também comentou sobre os repasses para repavimentação de ruas. “No ano passado foi autorizado R$ 1,8 milhão, cujas obras ainda não foram concluídas pela prefeitura. E em 2015 foi assinado um convênio de R$ 3 milhões para o bairro Próspera”.

Gallina ainda descartou enfaticamente o rumor de que, para outros municípios catarinenses, a Casan faça percentuais de repasses financeiros, uma versão que o vereador Itamar da Silva disse que ‘circula pela cidade’. “Em nenhum dos 18 municípios com os quais já assinamos Contrato de Programa temos percentual de repasse. A lei nem permite esse repasse”, enfatiza o presidente.

( Colaboração : Ricardo Stefanelli / Comunicação Casan )

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