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Presidente do Tigre descarta renúncia

Por Redação Engeplus

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A má fase que o Criciúma Esporte Clube vive poderia resultar na renúncia do presidente Édson Búrigo. Certo? Segundo o próprio, errado. Em entrevista hoje, o dirigente descartou deixar o cargo, contrariando informação que circulou pela cidade nas últimas horas. Conforme o boato, Búrigo e o diretor de futebol Waldeci Rampinelli estavam decididos a abandonar a direção do Criciúma na sexta-feira.

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"Isso é uma mera irresponsabilidade de quem falou", afirmou o presidente. "Fui eleito legitimamente, vou estar aqui como vai estar o Rampinelli até que a gente reverta essa situação ou até quando o Conselho Deliberativo entender por bem". Cascão Búrigo demonstrou irritação diante da notícia e do questionamento. "Estamos em um momento decisivo, com foco total na Copa do Brasil".

Embora os resultados dentro de campo não estejam correspondendo, o presidente entende que o trabalho da direção está surtindo efeito. "Estamos fazendo um grande trabalho para atrair investimentos, recursos para viabilizar grandes reforços para sair logo da Série C". Édson admite que a torcida está chateada, mas pede união dos tricolores. "O momento é de unidade".

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Búrigo não confirma, também, a informação de que sua família estaria pressionando para que ele deixasse a presidência do Criciúma. "Isso não existe. Estou dentro do clube desde 2001". O dirigente diz qual a receita para superar as críticas. "Trabalho e boas contratações".

Pensando em trabalho, o presidente está à espera de um telefonema do prefeito Clésio Salvaro. Na próxima semana, os dois devem ir a São Paulo para uma audiência com a direção do banco Bradesco. Nele, buscarão captar dinheiro para usar a carta de crédito de mais de R$ 2 milhões repassada pelo Ministério dos Esportes para investimentos no clube. Amanhã, a Celesc será visitada em Florianópolis.

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