Presidente nega
Presidente nega que sindicato foi omisso no Caso Energia
Por Redação Engeplus
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Uma série de críticas quanto à posição do Sindicato dos Trabalhadores de Escolas Particulares de Criciúma e Região foi feita nas últimas semanas em decorrência do fechamento do Colégio Energia de Criciúma. De acordo com o presidente do sindicato, José Argente Filho, todos os trabalhadores foram amparados. “O sindicato não se omitiu em nenhum momento. A opção foi dos trabalhadores, professores e funcionários, em serem ajudados pelo sindicato ou não”, disse ele.
Conforme Argente, um dos dirigentes do sindicato era professor do colégio. “Mesmo com a grande maioria deles não sendo sindicalizada, a gente representa toda a classe. Nosso diretor conversou com os trabalhadores colocando o sindicato à disposição, mas não fomos procurados por nenhum”, explicou o presidente.
Eles procuraram um escritório de advocacia que não é o que atende o sindicato. “Sabendo disso, e para ajudar, constituímos outro escritório, que não é o que nos dá assessoria jurídica. O sindicato não foi omisso, ele trabalhou e sempre esteve disposto a ajudar, mas a opção foi deles”, salientou José Argente Filho.
Importância – Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Escolas Particulares de Criciúma e Região, o episódio serve para que seja debatido a importância da sindicalização. “Todas as discussões salariais que fizemos abrangem também trabalhadores que não são sindicalizados. É importante que eles participem do sindicato e lembrem em todos os momentos, não somente na hora da dificuldade”, reclamou o dirigente.



