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Procuradoria de Forquilhinha apresenta nova proposta no caso das famílias de Cidade Alta

Empresa Nova Próspera deve analisar a tentativa de acordo

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Amanda Garcia/Arquivo Engeplus

A situação das famílias ameaçadas de despejo no bairro Cidade Alta, em Forquilhinha, dependerá de uma resposta da empresa Nova Próspera. Em reunião realizada na tarde desta quinta-feira, a Procuradoria do município pediu o arquivamento administrativo e suspensão do processo, a fim de resolver o problema em um prazo mínimo de 12 meses. A empresa deve analisar o novo acordo.

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Na última terça-feira, uma reunião em Florianópolis definiu que a solução seria regularizar a área com a atuação da Federação das Cooperativas Habitacionais de Santa Catarina (FECOOHASC). No entanto, hoje, a Nova Próspera fez outra proposta, recusada pela Administração Municipal, pela Associação de Moradores e pela Procuradoria do município.

Se a Nova Próspera aceitar, iniciam os trabalhos de topografia na área, proposto pela Federação. O prefeito Lei Alexandre pediu que a empresa se manifeste em um prazo máximo de 24 horas. “Enquanto isso, eles ficam responsáveis por novas ocupações no local e devem ser notificados. Tem novas casas sendo construídas e a Nova Próspera não está fazendo nada. Estou com os moradores e não vou deixá-los saírem de lá”, afirmou o prefeito.

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A FECOOHASC propôs a regularização da área, com a compra do terreno para posterior avaliação de novas construções. Casas sem necessidade de demolição poderiam permanecer. As que apresentam risco entram em programas habitacionais de financiamento.

Colaboração: Carla Giassi/Comunicação Forquilhinha

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