Paralisação
Professores de Lauro Müller e Orleans não aderem à greve
Escolas dos municípios estão abertas e com aulas normais
Por Redação Engeplus
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Professores das quatro escolas estaduais de Orleans, e das três escolas de Lauro Müller, optaram por não aderir à paralisação iniciada na terça-feira, dia 24. A greve a nível estadual foi decidida em assembleia, realizada em Florianópolis, na qual participaram aproximadamente dois mil profissionais filiados ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública (Sinte/SC).
Dessa forma, conforme o portal Sul In Foco, as Escolas de Educação Básica Costa Carneiro, José Antunes Mattos, Samuel Sandrini e Toneza Cascaes, de Orleans, estão funcionando normalmente. De acordo com a diretora da Samuel Sandrini,Teresa Cristina dos Santos Borges, os professores da escola não sentiram-se encorajados para aderir ao movimento.
“Na última greve, os professores paralisaram as atividades por 63 dias, mas apenas os profissionais ACTs (admitidos em caráter temporário) foram beneficiados, os temporários não. A decisão pode mudar, mas, a princípio, os professores não irão aderir à greve”, afirmou a diretora. Os professores da E.E.B. Toneza Cascaes, por sua vez, irão se juntar ao movimento apenas se todas as escolas estaduais do município assim o fizerem.
Em Lauro Müller, a escola Visconde de Taunay está sem aulas hoje, mas é por motivo da realização de uma reunião pedagógica que já estava no calendário escolar. A unidade atende 500 alunos do ensino fundamental e conta com 30 professores. Já na escola Engenheiro Ernani Cotrin, em Guatá, 20 professores lecionam para 400 alunos dos ensinos fundamental e médio. Segundo o diretor, Aurimar Mota, os profissionais daquela unidade preferem aguardar os encaminhamentos que serão dados nos próximos dias, antes de aderirem a greve.
O mesmo acontece com a escola Walter Holthausen, do bairro Sumaré. Nenhum professor aderiu a paralisação. A escola possui 45 professores que atendem 450 alunos do ensino médio.
Reunião comando de greve - Nesta quarta-feira, dia 25, será realizada no salão de festas do bairro São Cristóvão, em Criciúma, uma reunião com a categoria. O encontro com os profissionais será para deflagrar um comando de greve na região Sul do Estado.
Entre as reivindicações dos profissionais da educação estão os enquadramentos salariais na nova carreira e a medida provisória 198, do governador Raimundo Colombo (PSD), que fixa a remuneração básica do professor contratado em caráter temporário.



