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Professores do Estado iniciam greve segunda-feira

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Fernanda Guidi/Arquivo

Atualização de matéria às 11h59min de 18 de abril / Os professores da rede estadual de ensino decidiram nesta terça-feira pela greve, em assembleia geral da categoria, que aconteceu em Florianópolis. Conforme a conselheira do Sinte/SC – Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Santa Catarina da região do Vale, a professora Vera Lúcia Lopes Gomes, a classe não aceita a proposta do Governo do Estado, que oferece o reajuste de 22% pago de forma fragmentada, até o final do ano letivo de 2013.

O único impasse envolvendo a decisão dos professores foi quanto ao início da greve, que muitos queriam para esta quarta-feira, mas que a maioria decidiu que aconteceria na próxima segunda-feira, dia 23. “Precisamos desses dias para ir construindo a greve, visitar escolas, nos reunirmos e conversar com pais e alunos”, disse.

Colombo não gosta – A notícia da greve estadual dos professores a partir desta segunda não agradou ao governador do Estado, Raimundo Colombo, que disse que faltou bom senso da categoria e que os professores estão inviabilizando o Estado ao querer a aplicação da tabela de descompressão de uma só vez, ao invés de aceitar o parcelamento. O governador acompanhou a decisão da assembleia geral dos professores do Estado diretamente de Brasília, onde permanece hoje para debater a renegociação da dívida pública dos estados com a União, na Câmara dos Deputados.

Conforme informações publicadas na página da Secretaria Estadual de Educação de SC, o secretário de Estado da Educação (SED), Eduardo Deschamps, lamentou a decisão do magistério. Cerca de 2,5 mil professores participaram da Assembleia Geral da categoria no Centrosul e que resultou na decisão. Conforme Deschamps, "o Governo negociou tudo o que podia com os representantes da categoria e a Secretaria vai fornecer as medidas cabíveis para manter as atividades normais nas escolas para que, mais uma vez, os alunos não sofram as consequências. Com os professores fora da sala de aula não existe negociação”, afirmou. A direção das 1.112 unidades escolares receberão orientações para que mantenham as escolas em funcionamento e registrem falta dos profissionais que não estiverem trabalhando. Leia mais informações.

Colaboraçã: Fernanda Guidi/Jornal Amorim

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