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Profissionais da saúde iniciam protestos e não descartam greve
Por Redação Engeplus
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Uma mobilização com faixas será realizada na manhã desta sexta-feira, às 10 horas, no Hospital da Unimed. A iniciativa vai dar largada aos protestos que acontecem até sexta-feira nos principais hospitais da região. Na primeira rodada de negociação do Acordo Coletivo realizada hoje com o Sindicato Patronal eles sinalizaram somente o INPC do período. Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Criciúma e região (Sindisaúde), Cleber Ricardo Cândido, a categoria é a mais importante para a população e a menos valorizada pelos patrões.
"Eles disseram não a todas as nossas reivindicações. Os trabalhadores não aguentam mais serem desvalorizados sem salários dignos e sobrecarga de trabalho, inclusive muitos mudando de profissão e se afastando em função de doenças. É hora de irmos à luta pelos nossos direitos e se necessário fazer paralisações no atendimento”, pondera.
Reivindicações - A categoria reivindica reajuste de 10% geral e 15% para quem ganha menos que R$1. 200,00, R$ 300,00 de abono de férias, R$ 200 reais de vale-compras e extinção do banco de horas, entre outros. Segundo o sindicalista, de 14 principais categorias da base de Criciúma, o piso da saúde de R$ 668,36 é o menor. “Ficamos atrás do vestuário, mineiros, alimentação e asseio e conservação entre os demais”, avalia. Os protestos seguem dia 25 no Hospital São José; 26 no Hospital Regional de Araranguá e dia 29 no Hospital Materno Infantil Santa Catarina e Hospital São João.
Colaboração: Maristela Benedet/Assessora de Imprensa



