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Saúde

Capacitação

Programa trabalha sexualidade e o uso de drogas por crianças e adolescentes

O programa tem o suporte do Ministério da Saúde e é realizado, em Criciúma, em 15 escolas, estaduais e municipais e também em 15 Unidades Básicas de Saúde

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

O uso de drogas, o consumo de álcool, o vício em cigarros, a sexualidade, a gravidez na adolescência e as doenças sexualmente transmissíveis são assuntos que sempre geram polêmica dentro e fora da sala de aula. Abordar esses temas, para muitos, é sinônimo de vergonha. No entanto, é preciso derrubar o tabu que existe nessas abordagens e discutir nas escolas e também na família.

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Através do Programa Saúde na Escola (PSE), professores, diretores, orientadores e profissionais da área da saúde participaram de uma capacitação na manhã de hoje, no Paço Municipal Marcos Rovaris. O encontro foi promovido pelas Secretarias Municipais de Saúde e Educação. “A ideia é preparar esses profissionais para que façam a abordagem adequada dentro da sala de aula e também nas unidades de saúde,”, explica uma das coordenadoras pedagógicas da Secretaria Municipal de Educação, Luciana Milioli Vieira.

A capacitação mostrou que a abordagem desses temas precisa ser feita livre de qualquer tipo de preconceito. “Precisamos quebrar a barreira que existe quando se fala nesses assuntos. É algo normal e precisa ser tratado dessa forma”, enfatiza Luciana.

O curso foi dividido em diversos momentos. Os temas foram sendo abordados um por um, inúmeras técnicas de ensino foram sugeridas aos participantes da capacitação. “A ideia é dar suporte para os professores nas escolas e também para os profissionais que atuam nas unidades de saúde. Estamos mostrando como eles podem passar o conteúdo, de maneira interessante, para jovens e crianças e até mesmo para os adultos. Sugerimos diferentes formas didáticas para falar sobre essas questões sem causar problemas ou vergonha para os estudantes e seus familiares”, destaca Andréia Sharon Salomão, coordenadora municipal do Programa Contra Tabagismo, Álcool e outras drogas.

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O projeto do Ministério da Saúde precisa alcançar algumas metas. Em Criciúma, por exemplo, as instruções precisam ser repassadas para 4.229 crianças e/ou adolescentes. Participam do programa insituições estaduais e municipais. “A escolha das escolas é feita de acordo com a vulnerabilidade social dos estudantes. Priorizamos as regiões onde a incidência desse tipo de problema é maior e conseguimos, desta forma, atingir o foco da situação”, afirma Fabiana Bardini, coordenadora municipal do Programa de Atenção e Combate das Doenças Sexualmente Transmissíveis. O acompanhamento é periódico e todas as informações e ações executadas pelo programa são repassadas ao Ministério da Saúde.

Colaboração: Ioton Neto / Secom

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