Psicologia e
Psicologia e família para Roni, do Tigre
Por Redação Engeplus
1 min de leitura

O momento não é dos melhores para um dos bons jogadores formados pelo Criciúma. O meia Roni envolveu-se em problemas disciplinares e acabou sacado do grupo profissional. O retorno para os juniores foi a saída.
"Não é uma punição. O Roni precisa é de carinho e atenção", analisa o gerente de futebol tricolor. Homero Santarelli confirma que o meia fugiu da concentração antes de uma partida recente do time júnior.
"Mas ele tem qualidades, é um grande jogador". Pensando em reabilitar o jogador, o clube vai encaminha-lo para um serviço psicológico. A sua família, que reside no Mato Grosso, virá para Criciúma. "Ele vive sozinho aqui deste quando veio de Cuiabá", conta Santarelli.
O gerente entende que a velocidade com a qual Roni saiu do juvenil e chegou ao profissional pesou. "Foi tudo muito rápido. Queimaram etapas com ele".



