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Quase 100 ganeses já vacinados em Criciúma

Imigrantes recebem cinco tipos de vacina desde a última terça-feira

Por Redação Engeplus

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Foto: Douglas Saviato

Já foram vacinados pela equipe de Imunização da Vigilância Epidemiológica de Criciúma 97 ganeses. Os imigrantes que chegaram na maior cidade do Sul do Estado passam por um mutirão de prevenção e recebem cinco tipos de vacinas, que são: tétano; hepatite B; tríplice viral, que compreende sarampo, caxumba e rubéola; febre amarela e gripe (Influenza). Este mutirão ocorre para que os imigrantes não contraiam doenças na região. A maioria não recebeu nenhuma vacina como forma de prevenção ao longo da vida, diferente do brasileiro que segue um cronograma desde o nascimento.

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Os trabalhos iniciaram nessa terça-feira, dia 29, e se estendem até a próxima semana. Segundo a secretária de Assistência Social de Criciúma, Solange Barp, seis casas já foram visitadas pela equipe, sendo a primeira delas a Casa de Passagem São José, no bairro Pinheirinho, onde vivem 28 ganeses, um filipino e um colombiano. Outra casa no bairro Santa Augusta, administrada pela Casa de Passagem, também foi visitada. Além destas, outros quatro imóveis no bairro Santo Antônio receberão o mutirão.

“Essas vacinas vão continuar na próxima semana e vão contemplar todos os imigrantes, que vieram para a região Sul nos últimos meses”, destaca Solange. Estima-se entre 400 e 500 ganeses em Criciúma. Ao todo, são 22 casas habitadas por ganeses na cidade. Ainda nesta semana uma equipe do Fantástico, da Rede Globo, vai gravar uma reportagem no município para mostrar o caso destes imigrantes. “Vai ser importante essa divulgação nacional, pois precisamos de ajuda para resolver este problema. A prefeitura sozinha não tem como resolver essa situação”, destaca.

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No momento da vacina, os imigrantes ganham uma carteira do Sistema Único de Saúde (SUS), onde é detalhado todas as vacinas recebidas. Alguns dos ganeses, já possui uma ou duas vacinas, sendo que a mais comum delas é a de febre amarela. Alguns já possuem a carteira, pois passaram pela unidade de saúde da região central, onde, até então, as vacinas eram feitas, pois alguns precisavam deste pré-requisito para iniciar a trabalhar.

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