Quase mil
Quase mil criciumenses estudam em locais adaptados
Condição mais crítica está na Escola Padre José Francisco, localizada no bairro São Simão, que foi interditada por risco de desmoronamento, mas que ainda não possui projeto de melhorias
Por Redação Engeplus
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Basta um breve olhar para o diagnóstico prévio, denunciado pelas paredes, o teto e o chão. Em cenários deficientes, se encontram aproximadamente mil estudantes da rede municipal de ensino de Criciúma. Para dar continuidade aos trabalhos letivos, a adaptação é o recurso empregado em paralelo aos serviços de reforma.
É o que acontece com os alunos da Escola Municipal Padre José Francisco Berteto, localizada no bairro São Simão, hoje abrigados no centro catequético da comunidade. “Nós pedimos autorização para a igreja, já que durante a semana estas salas não são utilizadas”, explica a diretora Inês Regina de Mello, que está há 15 anos à frente da instituição. “Nossa escola já passou por várias reformas. Porém, desde 2010 os problemas estruturais se agravaram. Temos muitas rachaduras, que já pegaram até as vigas. O chão do corredor e de algumas salas de aula também cedeu. Estamos muito preocupados. Temos medo que a escola desabe”, salienta Inês.
O reflexo desse problema é a queda no rendimento escolar dos estudantes. Defesa Civil e secretaria de Educação conhecem o problema e, afirmam, já encaminham soluções. Leia a reportagem completa de Angelica Brunatto na edição desta terça-feira no Jornal da Manhã.



