Engeplus
Esportes

Interino

Raphael Bahia reconhece dificuldade de furar bloqueio do Barroso

Fomos muito mais agressivos e eles só se defenderam, comenta auxiliar técnico

Por Redação Engeplus

3 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Caio Marcelo/www.criciuma.com.br

Em função da expulsão de Deivid na partida contra o Figueirense, Raphael Bahia foi o responsável por orientar o time carvoeiro na beira do gramado, na noite deste domingo, no estádio Heriberto Hülse. Na avaliação do auxiliar técnico, a retranca montada pelo Almirante Barroso dificultou a vida do time carvoeiro, que só garantiu a vitória, por 2 a 1, nos acréscimos da etapa final.

Publicidade

“Eles fizeram duas linhas defensivas. Jogaram pelo empate. Fizemos a circulação de bola pelos lados de campo para cruzar para trás ou na área. Já esperávamos essa dificuldade. Sabíamos que uma hora ou outra o gol iria sair. Tivemos 77% de posse de bola. Fomos muito mais agressivos e eles só se defenderam”, comenta Raphael Bahia.

De acordo com o auxiliar técnico, os adversário já estão de olho na forma do Criciúma atuar. “No primeiro tempo eles tiveram um pouco mais de chances do que no segundo. A gente já esperava um time bem defensivo. Os adversários estão estudando e já sabem como a gente joga. Isso vai ser uma tendência. Essas linhas bem compactadas atrás e querendo sair no contra-ataque. Mas a gente vai superar essa marcação e conseguir chegar ao objetivo, que são as vitórias”.

Publicidade

Confira abaixo outros temas da entrevista coletiva:

Falta de atenção no gol do Almirante Barroso

“Já estava no final do primeiro tempo. Realmente, são bolas que não podemos falhar. Tanto no início quanto no final, às vezes, os jogadores acabam relaxando. Mas nós treinamos bola parada, vamos continuar treinando esse tipo de jogada, para que a gente não tome mais gols. Infelizmente, foi uma fatalidade e mérito para eles”

Substituição de Maicon Silva no intervalo

“Já estava no nosso planejamento essa substituição. Ontem ele foi poupado do treinamento. Foi uma prevenção nossa já pensando no jogo de quarta-feira, pela Copa do Brasil”.

Cansaço físico

“Os meninos que sentiram foram o João Henrique e o Chico vieram agora da base. Mas foi mais pela intensidade do nosso jogo. É natural criar um desgaste”.

Jejum de gols de Jheimy

“O atacante vive de gols. Mas não podemos achar que ele vai fazer gols em todos os jogos. A equipe treina para que todos possam ter situações reais de gol. O centroavante vem buscar a bola no meio-campo, faz a abertura para os meias jogarem. Ele não precisa fazer gols todos os jogos para a gente ficar satisfeito. Taticamente ele é perfeito. Temos conseguido fazer gols com outros jogadores. No treinamento o aproveitamento dele nas finalizações é muito bom, com o tempo o gol vai sair”

Risco corrido com toque de bola na frente da área

“Nossa metodologia é para ter a posse de bola o maior tempo possível. Treinamos esse tipo de saída rápida para o contra-ataque com Luiz. Mas hoje, infelizmente, a bola resvalou um pouquinho e o Dodi acabou perdendo. Porque a gente acredita que se o Luiz pegar a bola e dar chutão, nós vamos começar a rifar e vai fazer com que o adversário pressione a gente. Nós queremos ficar com a bola para pressionar o adversário. É uma coisa treinada”

Compartilhar:
Leia a seguirCriciúma faz promoção para jogo da Copa do Brasil
Publicidade