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Reajuste da tarifa de ônibus em Criciúma é discutido pelo Conselho de Transporte, mas ainda não há definição

Valor apresentado pelas empresas eleva passagem para R$ 2,83 no cartão e até R$ 3,10 direto na catraca; representantes do Mutuc contestam

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Reprodução Portal Satc/Arquivo Engeplus

O reajuste da tarifa de transporte público coletivo de Criciúma foi discutido novamente em reunião realizada na manhã desta segunda-feira. Representantes das empresas, dos usuários e da Autarquia de Segurança, Trânsito e Transportes de Criciúma (ASTC), os quais fazem parte do Conselho Municipal de Transporte (CMT), participaram da reunião, mas ainda não há definições.

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"Foi mais uma reunião técnica, assim como deve ocorrer outra na próxima quarta-feira. Foram apresentadas mais algumas informações, entregues e verificados alguns materiais que haviam sido solicitados. De acordo com o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público, temos até 1º de julho para fazer o reajuste. A reunião para a deliberação desse valor já pode ser marcada a partir de sexta-feira, o que não significa que nesse dia já teremos alguma posição. Dependemos de um consenso do Conselho e nem sempre isso é possível", pontua uma das membros do CMT, Caroline Pain Zanette, representante da ASTC.

Conforme o vice-presidente do Movimento de Usuários do Transporte Urbano de Criciúma (Mutuc), Célio Elias, os membros do Conselho tiveram acesso aos custos das empresas, com apresentação de Notas Fiscais, por exemplo, o que deve ser analisado pelo Movimento. "É preciso analisar essas informações. O PIS e o Cofins, por exemplo, não devem mais ser cobrados dos usuários, há uma determinação da presidente Dilma Rousseff sobre isso, mas essas taxas ainda constam lá nos custos. Vamos apresentar nossos questionamentos na próxima reunião", avalia Elias.

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Nas primeiras discussões, a ASTC apresentou os reajustes que elevam a passagem de ônibus para R$ 2,83. "Isso para os usuários que têm o cartão. Quem não tem, de acordo com o novo ajuste proposto inicialmente, passaria a pagar algo em torno de R$ 3,10. Temos que analisar muito bem isso para não prejudicar o bolso de quem depende do transporte público na cidade", pondera o membro do Mutuc. Após a definição do CMT, o reajuste ainda passa por aprovação ou não do prefeito Márcio Búrigo, lembra Caroline.

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