Reconstituição de
Reconstituição de assassinato: acusado alega legítima defesa
Por Redação Engeplus
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O bairro Mina Quatro parou agora pela manhã para acompanhar a reconstituição do homicídio de J.B.R., de 33 anos, ocorrida no dia 6 de novembro. Assassino confesso C.D., de 18 anos, participou da reprodução simulada e trouxe uma nova versão para o crime. “Ele afirma que durante uma briga, que acabou em vias de fato, a vítima puxou uma faca”, detalhou o delegado Ulisses Gabriel, da Central de Polícia.
A reconstituição
O policial civil Elivan repetiu os últimos momentos de vida de J. Amparado por uma moradora do bairro a quem o jovem pediu socorro após ser baleado, eles refizeram o trajeto do jovem até o interior de sua casa. Dali ele foi encaminhado por socorristas ao Hospital, não resistiu e acabou morrendo. Durante à reconstituição moradores que acompanhavam a encenação afirmaram haver outras pessoas envolvidas no crime.
A motivação
A motivação do homicídio seria um desentendimento por causa de drogas. Em depoimento o acusado afirmou traficar no bairro, dizendo que repassava entorpecentes para J. e que este por sua vez não entregava o dinheiro proveniente da venda.
Mais envolvidos
O delegado Ulisses Gabriel não descarta a participação de outras pessoas. “Iremos apurar se houve mais envolvidos, mas não tenho dúvidas que ele é ao autor do crime e descarto a tese alegada de legítima defesa”, afirma. O inquérito policial já foi encaminhado ao Fórum e o acusado indiciado por homicídio qualificado. Nos próximos dias será anexado ao processo as fotos da reprodução simulada realizada por peritos do Instituto Geral de Perícias. “Com isso iremos demonstrar como ocorreram os acontecimentos no dia dos fatos”, finaliza o delegado.



