Tempestade
Região carbonífera registra menores danos
Coordenador regional da Defesa Civil e Gerente Regional de Educação avaliaram municípios
Por Redação Engeplus
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Comparado aos municípios de Tubarão e Araranguá, a Região Carbonífera teve estragos menores em seus 12 municípios, sem registros de morte, desalojados ou desabrigados. De acordo com o coordenador regional da Defesa Civil, Rosinei da Silveira, todos os municípios tiveram registros da tempestade através de vento, granizo, forte chuva ou maré alta.
“As ocorrências mais comuns são alagamentos em áreas baixas, queda de galhos e árvores, danificação da rede elétrica, estruturas metálicas e barracões, destelhamento de casas e danos provocados pela maré alta. Porém, todos em intensidade menor e restabelecimento já sob controle”, descreve da Silveira.
As unidades municipais da Defesa Civil ainda não fecharam a avaliação dos danos, porém, o coordenador já aponta que Criciúma e Orleans foram os municípios mais afetados. “Pelo volume populacional e o número de chamados, Criciúma é o município mais afetado. Já Orleans teve um prejuízo maior devido ao fato de estar ainda sem rede elétrica e telefônica restabelecida”, destaca.
A Secretaria de Estado da Defesa Civil (SDC) está atuando com um núcleo em Tubarão, onde disponibilizou 60 rolos de lonas para os municípios afetados no Sul. A SDC está atuando ainda no restabelecimento do cenário com apoio do corpo de bombeiros na limpeza das vias públicas e auxílio aos moradores atingidos. “Até o momento nossa região está sob controle. Pedimos apenas para que a população fique atenta a apenas informações oficiais da Defesa Civil e não repassar informações e imagens de fontes duvidosas, causando assim boatos, alardes e tumultos”, alerta.
Gered aponta 12 escolas atingidas
A Gerente Regional de Educação, Jucilene Fernandes, visitou nesta segunda-feira as escolas estaduais que sofreram com o desastre climático. Os maiores danos foram causados na cobertura de ginásios e salas de aula em nove escolas de Criciúma, duas em Orleans e uma em Urussanga, sendo o ginásio da Escola de Ensino Básico Toneza Cascaes, em Orleans o maior estrago registrado até o momento.
Colaboração: Paula Darós Darolt / Comunicação SDR de Criciúma



