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Saltos Ornamentais

Rio2016: atletas treinam na Unisul

O coordenador técnico da Seleção Brasileira afirma que o salto é um esporte para todos

Por Redação Engeplus

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O gestor do Complexo Aquática da Unisul Pedra Branca, Carlos Camargo, e o coordenador técnico da Seleção Brasileira de Saltos Ornamentais, Roberto Gonçalves, trabalham juntos para popularizar a modalidade no país. Sob supervisão de Roberto, a equipe da Unisul tem desenvolvido a modalidade através da Escolinha de Saltos, de caráter particular, e com trabalho social gratuito, através do Projeto Mais Educação, da Prefeitura de São José.

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As visitas de Roberto Gonçalves têm se tornado mais frequentes. Nessa oportunidade ele trouxe uma dupla candidata à vaga nos Jogos Olímpicos do Rio2016. As irmãs gêmeas Nicole e Natalie Cruz, se preparam para a Taça Brasil, competição que definirá os representantes do Brasil nos Jogos.

As atletas pertencem atualmente a Associação de Peneira Olímpica (Apoe), do Rio de Janeiro, e disputarão a vaga de saltos sincronizados, de trampolim e de plataforma de 10 metros. “São duas duplas disputando uma vaga, que será definida em dezembro, na Taça Brasil de Saltos Ornamentais, em Brasília”, contextualiza Gonçalves.

De acordo com o coordenador do Complexo Aquático da Unisul, para ajudar a dupla a classificar-se é preciso trazer a ciência para o esporte. “Nesse sentido estamos fazendo uma aproximação com a Udesc, no laboratório que possui os equipamentos que nós ainda não temos para ajudá-las a desenvolver o salto de maneira cientifica”, comentou. Ele acredita que essas ações podem abrir portas para investimentos na Unisul.

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Roberto Gonçalves explica que a visita tem dois objetivos. No Rio de Janeiro as gêmeas não teriam com quem treinar, já que ele estaria na Unisul, e aqui podem usufruir da excelente estrutura da universidade. “Eu sinto que está evoluindo. Mas também sinto que a equipe do Complexo precisa de mim um pouco mais, para que isso aqui dispare. Eu gosto muito do trabalho que está sendo feito aqui, de massa, coisa que a gente não vê no Brasil”, exalta.

O consagrado técnico da Seleção Brasileira afirma que abrir espaços assim, para escolas públicas, ninguém abre. “O salto é um esporte para todos e não só para a elite”, sintetizou sobre as ações na Unisul.

Colaboração: Cilene Macedo/Comunicação Unisul

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