Rodízio tricolor
Rodízio tricolor
Preparador físico, Márcio Corrêa, justifica a alternância de jogadores no time do Criciúma
Por Redação Engeplus
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Contestado por uns, avalizado por outros, o Criciúma, assim como a maior parte dos grandes clubes brasileiros, está realizando um rodízio de atletas nas partidas realizadas neste início da temporada 2013.
O preparador físico do Tigre, Márcio Corrêa, justifica a medida adotada pelo clube por conta do pouco tempo de preparação antes do começo do Campeonato Catarinense. “Foi uma coisa bem pensada, organizada, e que vai nos facilitar bastante quanto ao condicionamento físico dos nossos atletas. Essa foi a maneira que os clubes encontraram de preparar os seus atletas, é uma versão unânime, principalmente nos clubes de primeira divisão. Não foi uma proposta do Paulo Comelli. Foi uma proposta da direção, acolhida pela comissão técnica”, explica o profissional tricolor.
Corrêa traça um comparativo entre as equipes que duelaram com o Tigre no Catarinense, e acredita em uma paridade entre os times. “Tenho observado uma semelhança muito grande. Obviamente que o revezamento entre os atletas faz com que exista uma perda de conjunto, o grupo acaba correndo um pouco mais, porque não conhece o próprio companheiro, e isso desgasta o atleta. Mas tenho quase certeza que a nossa equipe está correndo mais que os adversários”, avalia.
No entanto, o preparador físico lamenta o elenco reduzido e diz que o rodízio poderia apresentar um resultado ainda melhor. “Em virtude do número pequeno de atletas não conseguimos realizar o rodízio na sua íntegra. O ideal seria termos cinco, seis jogadores, treinando realmente fisicamente, e tecnicamente, se condicionando em altíssimo padrão, enquanto outros estivessem jogando, talvez com uma técnica um pouco mais reduzida”, destaca o profissional tricolor. No vídeo, Márcio Corrêa comenta sobre a folga do elenco tricolor no fim de semana de carnaval.



