Deslizamento
Rodovia Serramar volta a ser interditada
Após as chuvas da madrugada desta quinta-feira, um novo deslizamento foi registrado na rodovia
Por Redação Engeplus
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Após as chuvas desta madrugada, a rodovia SC-390, trecho Serramar, que liga os municípios de Orleans e Pedras Grandes, voltou a ser interditada em função de um deslizamento de terra e rochas. A liberação do trânsito dependerá das condições do tempo, pois será necessário um novo trabalho de limpeza.
“Se o tempo melhorar, nesta sexta-feira faremos o trabalho de limpeza da pista e o trânsito será liberado”, informa Otávio Fernandes, engenheiro da Castellar/Técnica Viária, empresa responsável pela obra na Rodovia Serramar. Fernandes ainda alerta para que os motoristas respeitem a sinalização sobre a interdição, já que muitos ainda arriscam passar pelo local.
Conforme o site Ligado no Sul, existe muito barro e pedras sobre a pista. Até mesmo a defensa metálica já foi danificada com os deslizamentos e uma parte do asfalto está cedendo. Um veículo já foi atingido por uma rocha quando transitava pela via.
O engenheiro ainda informa que uma equipe do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) esteve no local para analisar o problema, mas nenhuma solução oficial foi anunciada. Na semana passada, quando foi registrado outro deslizamento, o superintendente do órgão, Lourival Pizzolo, adiantou que um muro de contenção deverá ser construído. Para isso, será necessária a abertura de um novo processo licitatório.
O local que registra deslizamentos fica a cerca de 500 metros da ponte localizada nas proximidades da sede do Samae.
Outro ponto começa a apresentar problema
Nas proximidades do trevo de acesso ao município de Pedras Grandes outro ponto da Serramar começa a apresentar problema. Com o acúmulo de água no acostamento, a lateral da via está cedendo.
Segundo um morador, a promessa seria a construção de uma vala para facilitar o processo de escoamento das águas. Mas, até o momento, nada foi feito. “O problema está iniciando e algo precisa ser feito agora, pois depois que ceder tudo o prejuízo é muito maior”, alerta o morador da localidade.
Com informações de Stéphanie Piava/Ligado no Sul



