Rotativo "Zona
Rotativo "Zona Branca" causa dúvida
Por Redação Engeplus
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Que os estacionamentos rotativos de Criciúma são cobrados, todos sabem. Desde o último ano os espaços públicos de estacionamento no entorno do Centro de Criciúma são divididos em Zona Azul e Zona Verde. Porém, também existe a Zona Branca que serve para locais sob administração e gestão da administração pública, como: Teatro Elias Angeloni, Pavilhão de Exposições José Ijair Conti e o futuro Parque das Nações.
Há alguns meses já é cobrado o valor de R$ 5 para quem frequenta eventos no Teatro Elias Angeloni, o que está deixando algumas pessoas em dúvida. “Paguei para o Guarda Municipal em uma formatura que fui. Não sei se isso está certo”, disse o empresário Claudio Floriano. “Sinto-me mais seguro quando pago ao guarda, mas a segurança dos veículos é algo que me preocupa. O estacionamento é rotativo. E se acontece algo com meu carro? Quem garante?”, questionou ele.
O presidente da Autarquia de Segurança, Trânsito e Transporte de Criciúma (ASTC), Mauro Sônego, explica que a responsabilidade pela integridade e segurança dos veículos na Zona Branca, quando há cobrança de taxa, é da autarquia. “Se há a presença da Guarda Municipal, a ASTC é responsável e qualquer avaria será ressarcida ao proprietário do veículo, essa é uma questão constitucional”, explicou Sônego. O veículo que estacionar na Zona Branca em momentos de cobrança de taxa e estiver sem o comprovante de pagamento está sujeito a uma multa leve de R$ 53,21, três pontos na Carteira Nacional de Habilitação e remoção do veículo.
“Nas Zonas Azul e Verde não existe a obrigatoriedade da segurança veicular, já que o rotativo na área central, de acordo com regulamentação nacional, visa à mobilidade urbana, na Zona Branca é essencialmente a segurança. Se o proprietário consegue o ressarcimento nas Zonas Azul e Verde é porque conseguiu provar que havia policiais ou a guarda municipal próximo ao local”, disse o presidente da ASTC. “O último caso que conheço desses aconteceu em São Paulo”, completou.
Cemitério e Teatro Elias Angeloni – O mesmo estacionamento usado para quem frequenta o Teatro Elias Angeloni, também é usado para os que vão ao Cemitério Municipal. Questionado sobre a cobrança para quem vai ao cemitério e quem vai ao Teatro Elias Angeloni, o coordenador da Guarda Municipal, João Ceciliano Braga, disse que é realizado o bom senso. “O caso de coincidir o uso do estacionamento é muito raro, mas analisamos se a pessoa vai ao Teatro ou ao cemitério. Se for ao cemitério não cobramos, porque normalmente as visitas são mais rápidas. Usamos o bom senso”, salientou Braga.
Transitar pela calçada – Um dos problemas no estacionamento do Teatro Municipal Elias Angeloni foi resolvido nessa semana pela Guarda Municipal. Era o impedimento de veículos transitarem por cima da calçada até a entrada do Teatro Elias Angeloni. “Há uma corrente ali que impede, mas essa semana já conseguimos uma cópia da chave do cadeado e nos próximos eventos já será possível abrir o espaço”, disse o coordenador da Guarda Municipal. “Mas nem todos poderão ir de carro até a entrada do Teatro. Analisaremos caso a caso. Serão liberados principalmente cadeirantes e idosos”, completou.



