Engeplus
Geral

Descaso

Ruas Araranguá e Álvaro Catão acumulam problemas

Órgãos responsáveis devem iniciar os reparos ao longo da semana

Por Redação Engeplus

3 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Daiana Carvalho

A falta de calçada e de limpeza em algumas ruas de Criciúma vem incomodando aqueles que transitam pelo local. Na rua Araranguá, que passa atrás do antigo Colégio Energia (apenas referência) até a rua Álvaro Catão, a falta de calçada e de corte da vegetação obriga os pedestres a pularem obstáculos toda vez que passam por elas.

Publicidade

“Devia ter uma calçada, é uma bagunça, fica difícil para a gente passar por aqui, principalmente a noite”, relata o aposentado, Marcelo Carlos Paiva, que passa pelo local todos os dias para ir ao Centro da cidade para fazer atividades físicas.

Além da calçada esburacada e a vegetação sem cuidados, inclusive no terreno onde está situado o prédio inacabado do Centro Educacional Nereu Guidi, o lixo é outro incômodo. A presença de um contêiner de coleta de lixo, geralmente cheio e transbordando de sacolas de lixo se torna um atrativo para os animais que passam pelo local e espalham o lixo das sacolas que caem no chão. “É uma vergonha. Está complicado para quem tem que passar por aqui. A gente tem que cuidar para não tropeçar”, relata a dona de casa, Juliana dos Santos.

A colocação de contêineres públicos na cidade é de responsabilidade da Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri). Entretanto, de acordo com o órgão, o contêiner da rua Araranguá não é público e se o responsável não cuidar do equipamento, este poderá ser removido do local. “Vamos verificar se conseguimos identificar o proprietário, para que ele faça a manutenção e cuide do local, caso contrário, iremos recolher o contêiner”, esclarece a coordenadora da coleta seletiva do Ecoponto da Famcri de Criciúma, Julia Schmidt.

Em um dos trechos onde deveria ter calçada, um muro desabou e as pessoas são obrigadas a passar por cima ou contornar pela pista exclusiva para veículos. “Está muito feio. Alguém precisa fazer alguma coisa”, destaca a estudante Paula Luiz de Souza, que passa pelo local para ir ao Centro da cidade.

Publicidade

A fiscalização de áreas com problemas de manutenção, limpeza e calçada é realizada pela Divisão de Planejamento Físico e Territorial (DPFT) do Município de Criciúma. De acordo com a responsável pelo departamento, Tânia Maria Barcelos Nazari, os casos citados na reportagem foram constatados mediante o contato da reportagem do Portal Engeplus, e medidas devem ser tomadas em breve. “Já fomos ao local e verificamos os problemas. Um memorando foi elaborado e o setor de obras deve fazer a limpeza do local. O reparo do muro caído será mais trabalhoso, pois faz parte de um terreno privado, mas parte dele está sobre o Rio Criciúma, então vamos ter que estudar como resolver”, esclarece Tânia.

Subindo o morro da rua Álvaro Catão, sentido Criciúma – Siderópolis, outro contêiner em má condição encontra-se em meio a calçada, que passa sobre o Rio Criciúma. Segundo a Famcri, este tipo de caso é um problema que a utilização de contêineres não metálicos trouxe, mas que vem sendo coibido. “Por eles serem mais leves para manusear, as pessoas pegam e levam para onde acham que devem levar, em vez de deixar onde foi alocado”, explica Julia ao destacar que o contêiner em questão deverá ser recolhido em breve.

A falta de lixeiras também é outro problema no decorrer da Álvaro Catão, devido à notável quantidade de lixo que se encontra jogada a beira da calçada. Conforme a Famcri, a solicitação da colocação das lixeiras deve partir dos moradores da rua.

Denúncias e solicitações de colocação de lixeiras devem ser realizadas pelo ramal 156 da Famcri.

Compartilhar:
Leia a seguirAmrec recebe 41 profissionais para área de educação
Publicidade