Política
Salvaro fala sobre possível rompimento do contrato com a Casan
Prefeito de Criciúma esteve na Câmara conversando com os vereadores em sessão ordinária
Por Redação Engeplus
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O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), esteve Câmara de Vereadores de Criciúma na noite desta terça-feira, dia 7, conversando com vereadores a respeito da possibilidade do rompimento do contrato com a Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento). Segundo ele a Casan presa um serviço satisfatório, as vezes regular, mas o que está em questão não é o serviço que é oferecido, mas o preço que é cobrado ao cidadão de água e esgoto. O prefeito participou do Horário Político, durante sessão ordinária.
Há 45 anos a Casan oferece serviços a Criciúma. "Em 2007 este contrato foi prorrogado por um perídodo de mais 15 anos. Em 2012 eu prorroguei por mais 30 anos, revogando aquele contrato, porque em 2007 não tinha o contrato de programa. Ocorre que no dia 19 de dezembro de 2018, o Supremo Tribunal constatou que a Lei 11.445 era inconstitucional", comentou. A partir daí, o prefeito explica que uma análise está sendo realizada, principalmente em relação aos valores cobrados pela Casan. "A Casan pode continuar prestando serviços para o município, mas ela vai ter que vir com uma nova tarifação. Criciúma tem que se tornar uma cidade competitiva. O que nos tira a competitivadde em alguns serviços é o custo da água e do esgoto", ressaltou.
O prefeito também afirmou em questionamento ao vereador Ademir Honorato (MDB), que por ser um serviço fundamental e indispensável para a população, está tratando o assunto com cautela e quando tomar uma decisão será com segurança jurídica." Eu não tenho tempo determinado para tomar esse ato. Quem disse que a Casan vai cobrar uma multa? Onde foi parar o lucro desses 45 anos que a Casan teve no município de Criciuma?". A Casan fatura em Criciúma entre R$7 e R$8 milhões por mês, segundo o prefeito.



