criciúma
Salvaro quer retomada do governo e crescimento da cidade
Candidato quer voltar ao cargo que ocupou entre 2009 e 2012
Por Redação Engeplus
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Clésio Salvaro (PSDB) está na disputa ao cargo de prefeito de Criciúma junto com o vice-candidato Ricardo Fabris (PSDB). Salvaro pretende retornar ao posto que ocupou entre os anos de 2009 e 2012, ano em que se reelegeu, mas não assumiu ao cargo por ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e permanecer inelegível por oito anos.
Em meio a uma incerteza jurídica com o seu processo ainda não julgado no Supremo Tribunal Federal (STF), Salvaro quer retornar ao cargo de chefe do Executivo. “A insegurança jurídica não é uma proposta nossa. É uma iniciativa daquele que tem medo das urnas, pois todas as documentações necessárias para o registro da candidatura nós apresentamos e não houve questionamentos”, frisa o candidato.
Para Clésio não adianta a Justiça Eleitoral ter a eficiência das urnas eletrônicas e acumular centenas de processos que ficam parados nos tribunais durante anos. “Meu caso é um que está no Supremo Tribunal Federal e não foi julgado. E existem casos idênticos que foram julgados. O meu já passou quatro anos”, lembra.
A população pode esperar para o próximo governo, caso Clésio se eleja, a continuidade do governo de 2009 a 2012. “Pode-se esperar um prefeito mais maduro com mais conhecimento na política estadual e nacional e com as portas abertas para buscar mais recursos. Estou mais preparado para governar a cidade, que está totalmente desgovernada”, destaca.
De acordo com Salvaro, percebe-se que uma cidade está desgovernada quando gasta-se mais do que se arrecada. “É exatamente o que acontece em Criciúma. A cidade pode esperar um prefeito que será prefeito da cidade e um prefeito que será prefeito da prefeitura. Vamos buscar recursos em Florianópolis, em Brasília, vamos dialogar com as entidades”, antecipa.
Escola em tempo integral, saúde e segurança serão prioritários no governo de Clésio Salvaro. Conforme o candidato, a segurança, que vem sendo muito debatido nos últimos anos, é de responsabilidade do Governo do Estado, mas cabe ao prefeito capitanear ações com as entidades e ir ao Estado lutar por mais segurança pública.
