‘São países com uma tradição de futebol feminino forte’, frisa Bina Cassol sobre chave do Tigre na China

Técnica e capitã da equipe tricolor falaram sobre a expectativa para o torneio

‘São países com uma tradição de futebol feminino forte’, frisa Bina Cassol sobre chave do Tigre na China
Foto: Lucas Perraro/ Criciúma E.C.

A equipe das Meninas Carvoeiras ficou em uma chave forte na University World Cup Football, competição universitária que ocorrerá entre os dias 17 e 25 de setembro, em Adain na China. O grupo tricolor representará o Brasil, por meio da Unesc no torneio internacional.

A técnica das Meninas Carvoeiras, Bina Cassol, destacou que apesar da chave complicada, o grupo tricolor vai busca do título da competição. “Pegamos uma chave também bastante difícil. São países que vêm com uma tradição de futebol feminino forte. O atual campeão China está na nossa chave. Também temos a Nigéria e a Espanha. Então, são um grupo de quatro, onde vai passar dois. E esperamos fazer o melhor possível que a gente pode”, ressaltou.

Bina comentou sobre o desejo de ter participado do torneio em sua época de jogadora na universidade. “É uma competição que a gente sempre desejou desde o início, quando surgiu o futsal na Unesc. A gente sempre tinha esse desejo de estar em algo maior. Então, para mim, que fui atleta também na universidade, estou realizando um sonho como treinadora de estar podendo levar essas meninas para uma competição que é uma das maiores do mundo”, relatou.

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A vaga no torneio internacional foi conquistada no ano passado. “A gente ganhou a vaga dessa competição no ano passado, quando a gente conquistou o vice-lugar no Sul-Americano, que aconteceu no Uruguai. Bem disputada também a competição. E agora a gente está indo para a China representar o Brasil”, pontuou.

A zagueira e capitã da equipe feminina, Aline Luísa Loeblein, comentou sobre sua primeira participação em uma competição internacional. “Eu estive já no grupo do ano passado que jogou o Sul-Americano no Uruguai. Lá a gente conseguiu a vaga para jogar essa competição. As expectativas são as melhores possíveis. Acho que toda atleta que estuda em uma universidade, tem o sonho de jogar essa competição, de viajar para outros países e conhecer outras culturas”, destacou a aleta.

Aline ressaltou que antes de embarcar a Ásia Ocidental o grupo ainda tem uma disputa pelo Campeonato Catarinense. “A gente vem se preparando de uma forma muito boa. E amanhã a gente fecha o segundo turno do catarinense, onde conquistamos seis vitórias em seis jogos. Então estamos muito bem e se Deus quiser a gente vai trazer esse título de volta para o Brasil”, frisou.

Além da parte esportiva, a zagueira compartilhou que sua maior curiosidade na China é a cultura do país. “Acho que a tradição, as comidas. A gente brinca que a gente vai ao mercado aqui, fazer umas compras para levar junto, para alimentação lá. Mas com certeza serão as equipes que a gente vai enfrentar, a cultura da China lá mesmo”, comentou.

Seleção brasileira

A comandante da equipe carvoeira também comentou sobre sua convocação para fazer parte da comissão técnica da Seleção Brasileira Feminina Sub-17 neste ano. “A seleção é uma experiência única. Foi muito bacana, a gente teve um trabalho bem legal, conquistou a vaga também”, compartilhou.

Apesar da oportunidade, Bina decidiu voltar ao Tigre para dar continuidade aos seus trabalhos com as meninas. “Eu abri mão agora, porque acho que o que a gente trabalha é o clube aqui. Tive uma convocação para a seleção subir 15 também, para ser a treinadora, mas acabei abrindo mão também. Porque a gente está em uma fase de muitas competições aqui e não seria justo com as atletas, com tudo o que a gente trabalhou, deixar elas”, partilhou.

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