Secretária de
Secretária de Educação de Criciúma apresenta situação das escolas municipais
Ela participou da sessão da Câmara nesta terça-feira e também falou sobre possível venda do Complexo Educacional Nereu Guidi
Por Redação Engeplus
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A educação e situação das escolas da rede pública municipal de ensino em Criciúma, assim como a possível venda do Complexo Educacional Nereu Guidi, foram tema de debate na sessão da noite desta terça-feira na Câmara de Vereadores de Criciúma. A secretária de Educação do município, Olnete Bez Fontana, foi convidada para participar das discussões.
Ela apresentou informações e fotos a respeito das instituições de ensino que apresentam problemas, principalmente estruturais, mas que, por falta de recursos financeiros, segundo a secretária, ainda não tiveram as devidas reformas e/ou ampliações. Hoje, Criciúma possui 69 escolas da rede municipal. Em torno de 20 delas precisam de melhorias, sendo que entre os principais problemas estão: rachaduras nas paredes, pisos que cederam, infiltrações, além de problemas nas instalações elétricas e forros.
"Além das questões na estrutura, ainda há o problema da falta de vagas nas instituições de alguns bairros, por isso a necessidade da ampliação de espaço. Também é preciso implantar o ensino em tempo integral em algumas escolas, principalmente nos bairros com maior vulnerabilidade social, esse é o pedido de muitos pais", relatou Olnete.
Complexo Educacional Nereu Guidi - Questionada por vereadores de oposição ao atual Governo a respeito da intenção do prefeito Márcio Búrigo em vender o prédio ainda em construção, a secretária de Educação confirmou que a venda se faz necessária, uma vez que o Governo do Município não tem verba para realizar as melhorias nas instituições de ensino.
Olnete garantiu ainda que o dinheiro da venda do Complexo Educacional seria suficiente para custear os gastos com essas reformas. Além disso, ela lembrou que a gestão municipal anterior não conseguiu atender a demanda relacionada as pendências de responsabilidade da Secretaria de Educação porque, em 2012, houve corte nos recursos encaminhados pelo Governo Federal através do Fundeb.



