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Segue a mobilização dos servidores públicos federais
Por Redação Engeplus
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Representantes do Ministério Público Federal, Justiça Federal, Ministério Público do Trabalho e Polícia Federal estiveram reunidos na tarde desta segunda-feira no prédio da Justiça Eleitoral, onde antes estava localizado o Palácio do Estado, no Centro de Criciúma. Em pauta, foi discutida a paralisação dos servidores da Justiça Eleitoral, que estará em greve a partir desta terça-feira. Além disso, a possível adesão dos servidores da Justiça do Trabalho à greve também foi debatida, já que esta é a única categoria que ainda não paralisou suas atividades em Criciúma.
Para a representante do Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina (Sintrajusc) na região Sul, Luciana de Sousa Cechinel Bez Batti, a participação da Justiça Eleitoral e da Justiça do Trabalho na greve é muito importante para a categoria dos servidores públicos federais em Criciúma, os quais participam da mobilização em nível nacional.
O servidor do Ministério Público Federal, Claudio Okada, afirma que as manifestações são para mobilizar as categorias que já estão em greve e os setores que até agora não aderiram ao movimento. De modo geral, a classe dos servidores públicos federais reivindica aumento de salário e melhores condições de trabalho, entre outros pedidos específicos de cada categoria.
Também nesta segunda-feira à tarde, um grupo de trabalhadores foi até o diretório de campanha dos candidatos à prefeitura de Criciúma Romanna Remor (PMDB) e José Paulo Serafim (PT). Ministério Público Federal, Justiça Federal, Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal, Justiça Eleitoral e Justiça do Trabalho estiveram representados por servidores públicos federais que trabalham em Criciúma. A intenção era pedir o apoio do integrante do Partido dos Trabalhores, a fim de mobilizá-lo em prol do movimento que negocia diretamente com o Governo Federal, presidido por Dilma Roussef, também petista.
Os manifestantes pediram que Serafim fosse até a rua para ouví-los e também desejavam entregar a ele a carta de manifestação, um documento oficial da mobilização de greve. No entanto, por meio de um representante da coligação Criciúma Saudável, Cidade de Todos, eles foram informados de que o candidato a vice-prefeito falaria de forma direta apenas com um representante de cada categoria. Como não houve acordo, já que os grevistas se recusaram a formar uma comissão para o debate, a conversa não aconteceu.



