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Segue o impasse na convenção coletiva dos químicos

Categoria e empregadores não chegam a acordo, após quatro reuniões

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

Depois de quatro rodadas de negociações, trabalhadores e patrões do setor químico de Criciúma e região ainda não chegaram a um acordo para renovação da convenção coletiva dos mais de 2,5 mil trabalhadores que atuam em aproximadamente cem empresas.

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“Os patrões continuam reafirmando que não concedem ganho real e, pior, sequer querem repor as perdas dos salários e parcelando menos que o INPC do período, que é de 8,5%”, desabafa o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Químicos, Carlos de Cordes, o Dé. Ele considerou “absurda” a proposta feita na mesa de negociação nesta sexta-feira.

“Os empregadores oferecem 5% retroativo a novembro, que é a data-base da categoria e mais 2,5% em junho do ano que vem”, revela de Cordes. O trabalhador, segundo o dirigente, começou a ver seu salário ser corroído pela inflação há um ano e os empresários querem que a categoria continue acumulando perdas.

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“Não há como levar uma proposta tão absurda para que os trabalhadores avaliem em uma assembleia; não temos dúvidas que a rejeição ocorreria e o próximo passo, não há como evitar, seria a greve”, disse o presidente do sindicato profissional. “Temos que continuar negociando”, conclui o dirigente.

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