Sem 13º salário, profissionais do Samu entram em greve
Cerca de 175 profissionais atuam no Sul catarinense e 70% aderiram à paralisação


Os trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) entraram em greve nesta terça-feira, dia 22, às 6 horas. Os profissionais alegam atrasos no pagamento do 13° salário, férias e defasagem de reajuste salarial. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), cerca de 175 profissionais atuam no Sul catarinense e 70% aderiram à paralisação e 30% do efetivo continua atendendo a população.
Na manhã desta terça-feira, os profissionais estão paralisados em frente ao 9º Batalhão de Polícia Militar no bairro Jardim Maristela, em Criciúma. Em Santa Catarina são cerca de mil funcionários e a estimativa de valor devido pela gestora, somente com 13°, é de R$ 3 milhões. O Sindisaúde responde por socorristas, enfermeiros e radioperadores do Samu. Já os médicos são representados pelo Sindicato dos Médicos da Região Sul Catarinense (Simersul).
O diretor jurídico Glauber Guimarães de Oliveira da empresa OZZ Saúde afirmou à reportagem do Portal Engeplus que a empresa está trabalhando junto ao Estado para realizar o pagamento do 13º salário.






























