Sem consenso
Sem consenso sobre UTI neonatal
Por Redação Engeplus
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Prefeitos da região carbonífera voltaram a discutir hoje a divisão dos custos de manutenção da UTI neonatal. A proposta de rateio das despesas foi feita pela prefeitura de Criciúma. Segundo o secretário de saúde e vice-prefeito Gelson Fernandes, 50% do custo mensal é relacionado a pacientes de outras cidade. "Justamente por isso acredito que o mais correto seria a divisão das despesas. Criciúma não tem como arcar sozinha com este gasto e se não houver apoio o funcionamento da UTI será comprometido", alega.
No encontro de ontem os prefeitos conheceram o projeto de Consórcio da Saúde, que já funciona em Joinville e pode ser implantado no Sul do Estado. "O consenso é extremamente importante. O serviço é fundamental e a garantia dele, independe da forma como esse rateio será feito, irá trazer um benefício social incontestável", destacou o promotor Alex Cruz, que participou do encontro.
Apesar da intervenção do Ministério Público, não houve acordo e uma nova reunião deve ser marcada nos próximos dias. "Precisamos buscar a forma mais viável para dividir estes gastos. Por isso vamos voltar a discutir o assunto e encontrar uma solução", garante o prefeito de Nova Veneza Rogério Frigo, que preside a Associação dos Municípios da Região Carbonífera.



