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Regional da LARM

Sem dinheiro, Inter vai jogar todas fora de casa

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Divulgação

Na estreia no Regional da LARM o Internacional fez de Cocal do Sul a sua casa e perdeu para o Cocal do Sul. No próximo domingo, fará do Caravaggio a sua casa diante do Caravaggio. E tomará um rumo que não o seu estádio Antônio Peruchi também na última rodada da primeira fase, quando terá que ser visitado pelo Araranguá.

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“Sim, o Inter não vai jogar em casa. Vamos fazer todas fora”, confirma o presidente e treinador da equipe, Marciel Juvêncio. O problema é financeiro. “Pouquíssima gente nos ajuda aqui no São Defende”, lamenta, lembrando que o Inter e o Mãe Luzia são os únicos times de Criciúma no principal campeonato da LARM. “Mas não temos qualquer apoio da cidade”, observa.

A briga é para não cair

E o que mais chama a atenção é que o estádio Antônio Peruchi passou por uma série de reformas e melhorias, tanto no gramado quanto nas dependências físicas, para receber os jogos do Regional. “Está praticamente tudo saindo do meu bolso, não tenho como bancar. Mas vamos até o fim do campeonato pois temos compromissos com os jogadores e vamos honrar”, assegura. O treinador e dirigente salienta, com base nas dificuldades, que o grande objetivo é manter o colocado criciumense na Primeira Divisão. “Sim, nossa meta é fugir do rebaixamento”, projeta.

A situação não é fácil. O time já sofreu duas derrotas, para Cocal do Sul (1 a 0) e Mesquista (4 a 2), tendo jogado em Cocal e Araranguá. O último é rebaixado e neste momento o Inter é lanterna igualado ao Turvo em todos os critérios.

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"O Inter não vendeu jogos"

“Para quem diz que vendemos o jogo para o Cocal e agora de novo para o Caravaggio, não é verdade. Usamos nosso direito de mandar nosso jogo onde queremos”, explica Marciel. “De fato, a LARM não pode impedir, os clubes tem o direito de levar os jogos para onde quiserem, desde que em campos em condições dentro da nossa jurisdição”, confirma o presidente da Liga, Emerson Lodetti.

Nos casos de Cocal e Caravaggio o dirigente do Inter admite que os clubes estão custeando as arbitragens. “Não estamos fazendo nada errado, mas claro, gostaria de jogar na nossa casa, mas por falta de apoio não tem como”, ressalta. Mas Marciel ainda vê tempos melhores no futuro. “Sou presidente até 2020 e vamos dar a volta por cima”, conclui.

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