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Semana da Indústria

Sesi apresenta resultado dos serviços prestados em 2021

Ao todo, foram quase 420 mil trabalhadores atendidos pelos programas institucionais

Por Redação Engeplus

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Foto: Marcelo De Bona/Portal Engeplus

O Serviço Social da Indústria (Sesi), entidade da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) responsável pela prestação de serviços de saúde, segurança e educação, apresentou o resultado dos serviços prestados em 2021. Os dados foram apresentados em um café com a imprensa, que marcou a abertura da Semana da Indústria em Criciúma. Conforme o balanço apresentado na manhã desta segunda-feira, dia 23, foram 417 mil trabalhadores atendidos nas mais de 11 mil empresas associadas em Santa Catarina.

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Na educação, os números também atingiram patamares de destaque, conforme explica a gerente executiva do Sesi/Senai Regional Sul e Litoral Sul, Graziela da Silva Branco. “Na Educação básica foram mais de 50 mil matrículas no ano passado, contando infantil até o ensino médio e Educação de Jovens Adultos (EJA)”, afirma.

Ainda conforme os dados apresentados, foram 89 mil matrículas em cursos profissionalizantes. Já na saúde, foram realizados cinco milhões de atendimentos em Santa Catarina. “É desde serviço de saúde e segurança no trabalho, vacinas especiais, atendimento odontológico, academia funcional e uma série de serviços voltados à prevenção e cuidados das pessoas”, explica.

A Fiesc foi fundada na década de 50 e conta atualmente com 16 vice-presidentes e 141 sindicatos filiados. O vice-presidente regional Sul da Fiesc é José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato. Ele lembra a importância da indústria na geração de emprego, renda e impostos que contribuem para o desenvolvimento do país.

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“Cerca de 22% do PIB (Produto Interno Bruto) é da indústria, é bom ressaltar que 43% da receita de impostos é da indústria. Então a indústria participa muito com impostos neste país. Somos o 5° maior contribuinte entres os estados e o 23° em retorno, então vem pouco dinheiro para Santa Catarina. O Brasil investe cerca de 17% do seu PIB, 15% é privado”, explica.

Durante o encontro, Sprícigo também listou demandas a serem levadas ao Governo do Estado e também ao Governo Federal. “Vamos reivindicar infraestrutura, precisamos melhorar e integrar nosso modais”, ressalta.

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