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Agência Bancária

Sindicato denuncia retirada de porta de segurança em banco no Caravaggio

Atualizada / Falta de segurança para os profissionais e clientes preocupa sindicato

Por Redação Engeplus

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Atualização de matéria às 11h16min de 18 de março / A retirada da porta eletrônica e a dispensa dos vigilantes do Posto Bancário do Bradesco, no distrito de Caravaggio, em Nova Veneza, no início do ano preocupa o Sindicato dos Bancários de Criciúma com a falta de segurança para os profissionais e clientes.

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A entidade protocolou ofício no início de março na prefeitura de Nova Veneza denunciando e cobrando das autoridades a fiscalização no PAB e as devidas providências para o cumprimento da Lei Municipal 1.171 de 18 de maio de 2006. A lei obriga a instalação de porta eletrônica nas agências bancárias e Postos de Serviços Bancários (Pabs) em todos os acessos destinados ao público. O diretor do Sindicato, Magno Pacheco, disse que o PAB foi instalado há mais de dez anos e sempre funcionou com porta giratória.

“Não entendemos porque justamente em um período onde ocorreram há pouco tempo três explosões de caixas eletrônicos na região eles estão deixando as pessoas a mercê de riscos e violências dos bandidos”, pondera o diretor. Lembra ainda o sindicalista que o Bradesco teve um faturamento em 2014 de R$ 15 bilhões e no lugar de ampliar, retira os dispositivos de segurança das suas agências.

De acordo com o gerente da agência bancária do distrito, Marcelo Cipriano dos Santos, a Lei Municipal n 2.116 de 17 de novembro de 2012, coloca que as agências ou postos de atendimento bancário que não operarem com dinheiro em espécie, estão isentos da instalação do equipamento de segurança. “Portanto, não estamos infringindo nenhuma lei”, destaca Santos.

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Falta de segurança no país – Os problemas de falta de segurança nos bancos levou a Polícia Federal a multar no dia 4 de março 20 bancos em R$ 8,717 milhões por falhas na segurança de agências e postos de atendimento bancário no país. O Itaú foi o banco mais punido, com multas de R$ 2,474 milhões, seguido do Bradesco com R$ 1,939 milhão, Santander com R$ 1,568 milhão, Banco do Brasil com R$ 1,389 milhão e Caixa Econômica Federal com R$ 564 mil.

Colaboração: Maristela Benedet/Comunicação Sindicato dos Bancários de Criciúma

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