Greve
Sindicato patronal pede renegociação com químicos
Nesta sexta-feira empresas e colaboradores voltam a negociar
Por Redação Engeplus
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A negociação da convenção coletiva dos trabalhadores das indústrias químicas e farmacêuticas de Criciúma e região será reaberta às 9 horas desta sexta-feira na Delegacia Regional do Ministério do Trabalho em Criciúma. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, lembra que desde a noite de terça-feira os trabalhadoresdeixam de operar em torno de 700 postos de trabalho diretos, em três das principais indústrias da região: Farben Tintas, Manchester Química e Anjo Tintas.
“Outras empresas estavam para ter suas atividades paralisadas entre a noite desta quinta-feira e amanhecer de sexta-feira, mas a decisão do sindicato patronal em retornar à mesa de negociação fez com que o comando de greve não avançasse na escalada da greve”, explicou De Cordes. Na última negociação, os patrões ofereceram piso salarial de R$ 955 e reajuste para os demais salários e participação nos lucros e resultados (PLR) em 7,5%.
A proposta rejeitada por ampla maioria dos trabalhadores que compareceram em seis assembleias deu início à greve. A classe patronal elevou o piso para R$ 1 mil, como reivindicavam os trabalhadores, porém se manteve irredutível no reajuste de 7,5% e a greve se ampliou.
Colaboração: Gilvan de França/Comunicação Sindicato



