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Sindisaúde rejeita

Sindisaúde rejeita 1% de aumento real e mantém estado de greve

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Maristela Benedet/Comunicação Sindisaúde

A negociação entre o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e região (Sindisaúde) e e o Sindicato Patronal avançou pouco na reunião desta terça-feira. O encontro foi realizado no hospital São José em Criciúma. O Sindicato Patronal ofereceu 1% de ganho real dentro das 40 cláusulas reivindicadas pelos trabalhadores da saúde. Conforme o presidente do Sindisaúde, Ricardo Cândido, o valor apresentado é insignificante.

“O valor não contempla as necessidades de uma categoria que não aguenta mais ser desvalorizada” explica Cândido. A categoria composta por 3,5 mil profissionais atuando em 16 hospitais e clínicas da região pleiteia 10% de aumento geral e 15% para quem ganha menos que R$ 1,2 mil entre outros itens.

Mobilizações - A mobilização com o atraso no atendimento em dez minutos continua nesta terça-feira nos hospitais São José, São João Batista e Unimed de Criciúma e Hospital Regional de Araranguá. Uma nova rodada de negociação está marcada para o dia 19 para apresentação de nova proposta. No dia 21 acontece novas assembleias, as duas reuniões ainda sem horário definido.

“Sem melhorar a pauta de reivindicação iremos deflagrar o movimento que pode ser paralisação de algumas horas ou greve geral, será decidido o que os trabalhadores deliberarem e eles estão bastante unidos”, pondera Cândido. O movimento iniciou nessa segunda-feira com a maioria dos trabalhadores dos hospitais São José, São João Batista e Unimed de Criciúma e Hospital Regional de Araranguá aderindo à paralisação de dez minutos nos três turnos. A paralisação foi aprovada nas Assembleias dias 30 e 31.

Colaboração: Maistela Benedet/Comunicação Sindisaúde

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