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Sul-catarinense deportada no aeroporto de Nova York

Por Redação Engeplus

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Sul-catarinenses habituados a ingressar nos Estados Unidos para trabalhar com visto de turista que se cuidem. As autoridades estadunidenses passaram a monitorar o tempo de permanência e quem ultrapassa o período permitido vem sendo barrado no regresso à terra do Tio Sam.

No último sábado, F.F.D., 27 anos, foi barrada no aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, e embarcada de volta ao Brasil. "Me senti humilhada", relata a jovem.

"Embora meu visto estivesse em dia, o sistema deles revelou que excedi meu tempo de permanência quando morei lá em 2000 e por isso acabei deportada logo na chegada", conta. "Fui mantida numa sala das 6:30 da manhã até nove da noite e escoltada por quatro guardas até o avião. Só recebi meu passaporte em São Paulo."

Além de F., outros dois brasileiros foram autuados e deportados logo na chegada pela mesma razão. Vistos de turistas brasileiros concedidos pelo consulado estadunidense de São Paulo têm validade de cinco anos, mas permitem a permanência por apenas três meses a cada visita.

O rigor das autoridades foi ampliado após os atentados de 11 de setembro de 2001 e recrudesceu ainda mais nos últimos anos para conter a imigração ilegal. Abertura de contas bancárias ou simples ocorrências de trânsito também alimentam o sistema alfandegário.

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