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Saúde

Filas do SUS

Sul catarinense terá Central de Regulação do SUS

Serviço deve diminuir o tempo de espera para internações

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Daniel Búrigo/Jornal da Manhã

A partir desta segunda-feira, a região Sul catarinense passa a contar com uma Central de Regulação do Sistema Único de Saúde (SUS). Com recursos dos governos Estadual e Federal, o objetivo da criação do órgão é diminuir a fila de espera das internações para cirurgias, transplantes, urgência e emergência, por exemplo. Ao longo da manhã e tarde de hoje, o serviço foi apresentado aos diretores de hospitais regionais e municipais, secretarias de Saúde dos municípios e outros profissionais ligados à saúde pública na região.

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Na prática, conforme explicou o secretário adjunto de Saúde do Estado, Acélio Casagrande, o cidadão terá mais leitos do SUS disponíveis para internação porque as filas farão parte de um sistema integrado, cujo monitoramento e organização serão feitos através da Central de Regulação.

"Temos 27 hospitais nos 45 municípios do Sul do Estado. As vagas para internação através do SUS serão unificadas. Dessa forma, por exemplo, o paciente precisa ser internado para realizar uma cirurgia de média complexidade, mas não há vaga disponível no hospital do município onde ele mora, então a pessoa será remanejada para uma instituição que esteja com vagas disponíveis. Isso diminui o tempo que ela deveria esperar por uma vaga", destaca Casagrande.

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O serviço começará a funcionar no dia 2 de abril e estará disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, com médicos, enfermeiros e profissionais da área de Administração. O custo mensal será de R$ 3 milhões, provenientes do Governo do Estado, o qual estima um repasse anual de cerca de R$ 70 milhões para toda a rede de saúde do Sul.

O secretário regional de Saúde de Criciúma, Roque Salvan, afirma que a Central de Regulação deve organizar o serviço desde as unidades de saúde dos bairros até os hospitais de complexidade, isso em todo o Estado, onde, além de Criciúma, existem mais três centrais, do total de oito que devem ser implantadas. Os pacientes serão distribuídos entre os 846 leitos que estão disponíveis através do SUS na região.

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