Tarde dramática
Tarde dramática no Heriberto Hülse
Por Redação Engeplus
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O sábado foi terrível para o Criciúma. De meados do primeiro tempo até depois da partida em que o Tigre perdeu para o Marcílio Dias por 4 a 1, o que se viu foi um verdadeiro massacre a auto estima dos 4.319 tricolores que foram ao Heriberto Hülse.
Depois do fiasco dentro de campo, com a terrível atuação do time, a direção proporcionou um espetáculo triste. Tão logo o jogo acabou, os refletores foram apagados sem explicação. Os mais de 4,3 mil torcedores que foram incentivar a equipe tiveram que deixar o estádio no escuro.
"Não importa quanto precisaremos gastar para subir", afirmou o presidente Édson Búrigo. O dirigente teve um desentendimento com torcedores no final do jogo, e chegou a fazer gestos obcenos. "Foi num momento de tensão, de cabeça quente, torcedores me xingaram e eu respondi. Peço desculpas".
Mesmo com a campanha fracassada no primeiro turno, a direção de futebol está prestigiada. O diretor adjunto Lesbon Aguiar tem todo o apoio do presidente. "O Lesbon é honesto e muito capaz", definiu Búrigo. Aguiar, por sua vez, afirmou que dispensas são necessárias. "Quem não está rendendo, vai sair".
O diretor financeiro Anselmo Freitas era um dos mais indignados. "Não adianta ter uma diretoria somente honesta. Temos que ganhar jogo também", alfinetou. Freitas salientou a falta que faz um diretor de futebol e voltou a criticar o empresário Ricardo Ruschinsky, que recentemente tirou o atacante Kempes do Criciúma. "Com ele iniciou essa lambança toda".



