Análise do resultado
'Tem que ser letal': Eduardo Baptista fala sobre calor e chances perdidas após derrota do Criciúma
Para ele, o Tigre fez um bom primeiro tempo, mas caiu de rendimento na etapa final
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O técnico do Criciúma, Eduardo Baptista, avaliou a derrota de 2 a 0 para o Athletic, na manhã deste sábado, dia 9. Para ele, o Tigre fez um bom primeiro tempo, mas caiu de rendimento na etapa final. O comandante também explicou a substituição feita no intervalo e citou as questões climáticas da partida, disputada sob tempo ensolarado e calor de 30°C, em São João del-Rei (MG), às 11 horas.
De acordo com o treinador, a opção de tirar o zagueiro Rodrigo no intervalo, para a entrada do atacante Romarinho, buscou aumentar a velocidade do time carvoeiro. “Eu queria colocar um homem mais de frente. Por isso, trouxe o César (Martins) para o centro e o Eduardo para fazer a cobertura. Essa foi nossa intenção”, afirmou.
Baptista comentou que a comissão conversou com a quarta árbitra para conseguir uma parada técnica, mas a decisão foi atribuída à equipe responsável pelo controle antidoping. “Tem coisa que é regra e tem coisa que é sensibilidade. Fica perigoso, tinha jogadores passando mal. Não podemos fazer mais do que isso”, destacou.
Por fim, o comandante lamentou as chances desperdiçadas e ressaltou o foco para o próximo compromisso, contra o Goiás, no estádio Heriberto Hülse, no sábado, dia 15. “A grande lição que fica é ser mais assertivo, ser efetivo. Em um calor desse, você empilha chances e precisa fazer. Tem que ser letal. Agora é trabalhar e ver o que erramos para voltar a vencer em casa”, finalizou.



