Tenente-coronel Sartor fala da ida para o Gaeco e da saída do 9º BPM

Ele comandou o policiamento de Criciúma durante um ano e nove meses

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Por Lucas Renan Domingos -

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Tenente-coronel Sartor fala da ida para o Gaeco e da saída do 9º BPM
Foto: Lucas Renan Domingos/Arquivo/Portal Engeplus

Depois de um ano e nove meses como comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM), o tenente-coronel Sandi Muris de Medeiros Sartor vai deixar a função. Ele, que exercia o cargo desde março de 2021, foi convidado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) para compor o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) na região de Lages (SC). O tenente-coronel Mário Luiz Silva será o seu substituto.

Sartor de desliga efetivamente do 9º BPM no dia 16 de dezembro e deve se apresentar ao Gaeco no mês de janeiro. “A função principal é o combate ao crime organizado, principalmente a parte de corrupção. Fiquei feliz por ser indicado e escolhido. Apenas um oficial compõe o Gaeco e eu fui indicado para fazer parte. É um processo que já vinha ocorrendo a alguns meses e que agora se confirmou”, disse.

O tenente-coronel assumiu o comando em 5 de março de 2021, depois de substituir o atualmente coronel da reserva, Cristian Dimitri Andrade, que era chefe do policiamento no 9º BPM na época.

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Para o agora membro do Gaeco, a sua passagem pelo comando em Criciúma foi focada nas pessoas, visando dar melhores condições de trabalho ao efetivo policial e mais segurança para a população.

“Sempre trabalhamos com inteligência e com planejamento, equipando cada vez mais os policiais para dar condições adequadas de trabalho. Nosso foco foi a melhoria do policial, porque isso irradia na segurança da sociedade. Além disso busquei estar mais próximo da comunidade, da imprensa, das organizações civis organizadas, estreitando laços para que juntos consigamos melhorar a ordem pública”, analisou.

Sartor possui quase 20 anos de carreira militar. Em 2003 ele entrou para corporação por meio do curso de formação de oficiais. Em 2006 veio para Criciúma onde saiu de aspirante até chegar a função de capitão. Na região, ele comandou a companhia de Urussanga, a Central Regional de Emergência (CRE) de Criciúma, a sessão de administração do 6º Comando Regional de Polícia Militar (6º CRPM) e já como major virou subcomandante do 29º Batalhão de Polícia Militar (29º BPM), de Içara, na época ainda Guarnição Especial de Içara (GEIC). Por fim, subiu ao posto de tenente-coronel para comandar o 9º BPM.

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