Testes rápidos
Testes rápidos para HIV estão disponíveis hoje e sábado
Por Redação Engeplus
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Com a chegada do Dia Mundial de Luta contra a Aids, lembrado em 1° de dezembro, a Secretaria de Saúde de Criciúma, por meio do Programa de Atenção Municipal às DST/HIV/AIDS (PAMDHA), preparou uma programação com diversas ações. Neste ano, a campanha tem como slogan “Faça valer seu conhecimento, mude sua atitude! Use sempre camisinha”.
A equipe do programa promove blitz com distribuição de material informativo nas faculdades, universidades, bares e boates de Criciúma, com programação estendida até sexta-feira. Nesta quinta-feira haverá atendimento com testagem rápida e orientações em DST/HIV/AIDS na Clínica Integrada da Unesc, Bloco da Saúde e no Bloco XXI A.
Segundo a secretária da pasta, Francielle Lazarin de Freitas Gava, essas ações estão sendo feitas para abordar esse público alvo, que são os jovens. “Nossa meta é fazer com que as pessoas tenham a consciência de que é preciso usar a camisinha. A prevenção é fundamental”, acrescenta.
No dia 1° de dezembro as atividades serão por toda a cidade. Os trabalhos iniciarão na Praça Nereu Ramos com testagem rápida e orientações das 9 horas às 12 horas. No período da tarde as ações acontecerão no Parque das Nações Cincinato Naspolini, no bairro Próspera, seguindo até às 20h30min com o show da Banda Scorpions.
A coordenadora do PAMDHA, Caroline Inácio Spilere, afirma que o Governo do Estado liberou 300 testes rápidos para o município. “O procedimento só será realizado hoje e no sábado. Quem desejar fazer o exame sorológico pode procurar o PAMDHA e as unidades de saúde durante o ano todo”, informou.
Caroline comenta que o aumento no número de casos é percebido através dos testes. Em 2011, foram feitos 12 mil procedimentos, nos quais foram identificados 107 casos de HIV. “Neste ano foram apenas 4 mil testes, mas encontramos 81 casos positivos. Isso mostra que a contaminação está crescendo”, alerta. A coordenadora ainda aponta que a maioria dos casos está em pessoas com idade de 20 a 39 anos. “O que nos preocupa é que entre os 14 anos e os 19 anos o número também está aumentando”, ressalta.
Colaboração: Jussi Moraes/Decom



