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Teve comodismo nos 4 a 4, analisa dirigente

Criciúma parte em busca de reforços ainda durante o Estadual

Por Redação Engeplus

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Foto: Jota Éder / Rádio Eldorado

“Foi um resultado decepcionante”. Assim, o gerente de futebol do Criciúma, Emerson Almeida, definiu o empate em 4 a 4 com o Brusque na manhã deste domingo, no Heriberto Hülse. Para o dirigente, era obrigação do Tigre vencer este compromisso, pela segunda rodada do segundo turno do Campeonato Catarinense. “Ainda temos o planejamento para chegar, mas hoje tinha que fazer os três pontos contra o Brusque. Era obrigação do Criciúma ganhar do Brusque em casa”, comentou.

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A falta de atitude e atenção foram citadas por Almeida. “Cobrei bastante dos jogadores. É inadmissível, em um jogo como hoje, com essa expectativa. Menos mal que conseguimos empate no final”, opinou. “Um jogo desse tem que ter atitude e sangue, comodismo não pode ter”, arrematou.

O clube está em busca de reforços. Até quatro jogadores chegarão para a Série B, e talvez alguns venham ainda durante o segundo turno do Estadual. “Estamos reavaliando várias situações”, disse, confirmando que o zagueiro Ferron e o atacante Hélio Paraíba deixarão o Criciúma ao final do Catarinense. “Estamos de olho no mercado. A gente sabe a necessidade do Criciúma e vamos buscar de três a quatro jogadores sim para a Série B”, informou.

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A respeito dos protestos dos torcedores no segundo tempo, Emerson achou normal a manifestação. “É mais que normal. Em grandes clubes acontece isso, torcedor pedindo contratações, e a forma de pedir é se dirigindo ao presidente”, destacou. “Só pedimos um pouco mais de calma pois estamos dentro da nossa realidade e do nosso orçamento”, completou o dirigente. Ele elogiou, ainda, o horário da partida. “O horário foi excelente. A logística que mudou um pouco”, completou.

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