Thiago Heleno
Thiago Heleno na luta contra a balança
Preparador físico tricolor fala sobre condicionamento do zagueiro
Por Redação Engeplus
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O anúncio da contratação do zagueiro Thiago Heleno, que traz em seu currículo passagens por Cruzeiro, Corinthians e Palmeiras, agradou boa parte da torcida tricolor. No entanto, ao chegar ao estádio Heriberto Hülse visivelmente fora de forma, e precisando perder um percentual de sobrepeso bastante elevado, o reforço com status de Série A passou a ser questionado.
O preparador físico Márcio Corrêa fala sobre o condicionamento físico do jogador, que não atua desde o final de 2012. “O Thiago Heleno não estava jogando, chegou com um sobre peso bastante elevado. Com um índice de gordura muito alto para um atleta. Isso dificulta bastante o trabalho inicial, é um jogador que está sofrendo bastante para trabalhar. Precisamos que ele fique em forma logo, e jogadores neste estado precisam de tempo”, avalia Corrêa.
Devido ao sobrepeso, o novo zagueiro tricolor sentiu um desconforto na panturrilha nos primeiros dias de trabalho. De acordo com o preparador do Tigre, é necessário um cuidado especial para o atleta retomar o seu condicionamento físico, e elogia comprometimento de Thiago Heleno. “O preparador físico determina algumas cargas, o repouso. A nutricionista a alimentação. O jogador deve usar o maior profissionalismo, e seguir as recomendações, para que isso aconteça. O atleta não é uma máquina, é um ser humano e tem falhas e às vezes é preciso assumir. Mas vejo muito empenho no Thiago, ele chegou aqui para talvez resgatar algum erro do passado. Acredito que breve, em cerca de 30 dias, ele deve perder esse percentual de massa corporal que tem em excesso”, pontua o preparador físico do Criciúma.
Márcio Corrêa também fala sobre o zagueiro e volante Ewerton Páscoa, que está fora dos gramados desde o início de fevereiro, devido a uma lesão na panturrilha esquerda. “O Ewerton Páscoa está no processo final de transição, e deve voltar aos treinos normalmente até sexta-feira. Mas na semana que vem estará melhorar ainda. Não queremos correr o risco de uma reincidência na lesão, como aconteceu com ele, talvez ele tenha voltado cedo demais e sobrecarregado uma musculatura que não estava apta”, informa Corrêa.



