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Eduardo e Ezequiel

Tigre 69 anos: Presente e futuro de um clube de glórias

Dupla é natural de Treze de Maio, cidade que tem no nome o aniversário do Tigre

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Lucas Colombo / Jornal da Manhã

Você acredita em coincidências? Se sim, estas linhas são um prato cheio. Há 69 anos, neste dia 13 de maio, nascia o Comerciário Esporte Clube, clube que conquistou muitas glórias estaduais. Em 1978, o nome do time passou a ser Criciúma Esporte Clube. A 37 quilômetros de distância do Estádio Heriberto Hülse, que também fica na rua 13 de maio, existe uma cidade chamada Treze de Maio, um município pequeno, com menos de sete mil habitantes. E dentre eles, dois irmãos defendem as cores do Tigre.

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Ezequiel e Eduardo de Biasi são naturais de Treze de Maio, data do aniversário do Criciúma e jogam no Tigre. Os irmãos trazem um atributo essencial para se tornarem ídolos: a identificação com a torcida. Afinal, até pouco tempo atrás Ezequiel e Eduardo estavam nas arquibancadas do Estádio Heriberto Hülse assistindo o Criciúma jogar. “A gente torcia bastante, não era sempre que dava para vir no estádio, mas participamos de alguns jogos aqui e sempre torcíamos pelo rádio, televisão”, relembra Ezequiel, que chegou ao Criciúma no infantil, em 2008.

Eduardo é mais recente, começou a jogar no Tigre em 2013 e hoje defende o Sub-20 tricolor. Aos 19 anos, ele já recebeu duas oportunidades como profissional. Uma em 2015, no Campeonato Catarinense contra o Metropolitano e outra este ano, contra o Fluminense pela Primeira Liga. Neste jogo contra o Flu, o menino, formado como meio-campo, jogou na lateral direita, posição do irmão. “Não tenho palavras. É uma emoção muito grande, ainda mais de lateral-direito, que é a posição do meu irmão. Tentei fazer o meu melhor. Foi muito bom estrear pelo profissional”, admite.

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Eduardo é o futuro, Ezequiel é o presente de um Criciúma de glórias. Aos 23 anos, o jogador já tem 76 partidas pelo Tigre e está cada vez melhor em campo. Nessa temporada acabou de conquistar o título de melhor lateral-direito do Campeonato Catarinense. “O Criciúma foi quem abriu as portas para o futebol, eu devo muito a esse clube, estou muito feliz. Estou em casa. Minha família, meus amigos são todos aqui da região. O que eu posso dizer é que o Criciúma é minha casa e ficaria muitos anos aqui”, declara.

Confira a matéria completa, produzida por Carlos Rauen, na edição desta sexta-feira do Jornal da Manhã.

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