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Tigre fecha Estadual com vitória contra a Chape

Por Redação Engeplus

4 min de leitura

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Foto: Marcelo de Bona

O Criciúma chegou a vinte confrontos sem perder para a Chapecoense no estádio Heriberto Hülse. E garantiu o terceiro lugar no Campeonato Catarinense. E fechou o Estadual ganhando. Com o 1 a 0 da noite deste domingo, o tricolor assegurou vaga na Copa do Brasil de 2018.

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Mas foi uma vitória complicada. Superior no primeiro tempo, o tricolor não conseguiu balançar a rede. Na segunda etapa, os visitantes, que vieram com time reserva a Criciúma, apertaram e quase abriram vantagem. Eis que Pitbull, que entrou no segundo tempo, achou o caminho do gol e dos pontos. Até então, o Brusque vinha vencendo o Joinville – como ganhou por 1 a 0 – e estava assegurando a terceira posição, o que só mudou com o triunfo tricolor no Majestoso.

O primeiro tempo foi do Tigre

Nos minutos iniciais, a Chapecoense exerceu forte marcação no campo de defesa, não oferecendo espaço ao Tigre. Aos 6 minutos, Dodô concluiu da esquerda e Raphael Silva falhou no corte. A bola cruzou com perigo a área tricolor saindo pela linha de fundo.

Na primeira boa chegada do Tigre, Caio Rangel aos 12 minutos recebeu bola cruzada de Marlon e chutou de primeira. O goleiro Elias pegou com dificuldades. Aos 15, Jheimy recebeu na área e concluiu para boa defesa do goleiro. Porém, o zagueiro Fabrício Bruno derrubou o atacante tricolor, que poderia ter cavado o pênalti.

O Criciúma fez um gol aos 23 minutos com Alex Maranhão. Porém, ele estava em impedimento, em lance bem anulado pela arbitragem. Caio Rangel protagonizou bonito lance aos 24. Ele recebeu de Ricardinho da direita e driblou Diego Renan. Na sequência, concluiu em cima da defesa em vez de escorar para Douglas Moreira, que aguardava na área. Alex Maranhão chutou forte aos 36, forçando difícil intervenção de Elias. Quase gol tricolor.

No segundo, a Chape equilibrou

A Chapecoense voltou melhor na segunda etapa. A troca de Caíque por João Henrique parece não ter surtido o efeito pretendido pelo técnico Deivid. Os visitantes dominaram os primeiros minutos. Na melhor oportunidade, aos 10, Niltinho cruzou e Túlio de Mello, de cabeça, mandou por cima.

O Criciúma só foi chegar aos 16 minutos. Caio Rangel fez boa jogada e escorou para João Henrique que bateu por cima do gol de Elias. Aos 19, Douglas Moreira fez bonita jogada individual, driblou dois adversários e entrou na área, concluindo para fora. No minuto seguinte, foi a vez de a Chape chegar com perigo, e Túlio de Mello não marcou pois o goleiro Luiz se jogou por cima para empurrar a bola para escanteio.

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Niltinho foi alçar uma bola em direção à área do Criciúma e quase fez gol para a Chape. Mas Luiz estava atento e tapeou a bola para fora. Aos 36, foi a vez do Criciúma, em cobrança de falta de Douglas Moreira, exigir grande defesa de Elias. Na sequência, escanteio cobrado, Raphael Silva desvia e Pitbull manda para a rede, Tigre 1 a 0. Com Túlio De Mello, a Chape teve a última grande chance aos 46 minutos, mas Luiz saiu do gol e salvou o tricolor.

Um tabu a favor

A Chapecoense não ganha do Criciúma no Heriberto Hülse desde 5 de abril de 2000, quando aplicou 2 a 1 no tricolor. Depois daquela partida, contando a de hoje, são vinte confrontos de invencibilidade, com 13 vitórias e sete empates.

Com o revés deste domingo, a Chapecoense perdeu uma invencibilidade de doze jogos no Estadual. A última derrota do time campeão do segundo turno havia sido em 11 de fevereiro para o Brusque, por 2 a 1, ainda no primeiro turno. Depois, foram doze jogos sem perder, com dez vitórias e dois empates.

Ficha técnica: Criciúma 1x0 Chapecoense
Local: Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma
Data: Neste domingo, 23 de abril
Horário: 19h
Público: 1.447 torcedores
Arbitragem: Fernando Henrique Miranda, com Eli Alves e Henrique Neu Ribeiro
Cartões amarelos: Marlon, Raphael Silva, Maicon Silva, Ricardinho e Caio Rangel (Criciúma), Fabrício Bruno (Chapecoense)
Gol: Pitbull, aos 36’2T (Criciúma)

Criciúma
Luiz, Maicon Silva, Raphael Silva, Diego Giaretta e Marlon, Ricardinho, Douglas Moreira, Caíque (João Henrique) e Alex Maranhão (Pitbull), Jheimy (Kalil) e Caio Rangel
Técnico: Deivid

Chapecoense
Elias, Zeballos, Fabrício Bruno, Douglas Grolli e Diego Renan, Moises, Nadson e Dodô (Neném), Niltinho (Lourency), Tulio de Mello e Osman
Técnico: Vágner Mancini

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