Tigre só
Tigre só empata e deixa escapar o título
Por Redação Engeplus
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Mesmo jogando todo o segundo tempo com um jogador a mais em campo e com mais de 10 mil torcedores no Heriberto Hülse, o Criciúma não conseguiu superar a Chapecoense, empatou no tempo normal e a equipe do Oeste conquistou o título de campeão catarinense de 2007.
Como não poderia deixar de ser, torcida e crônica esportiva de Criciúma e região criticaram o árbitro Célio Amorim.
Entre os erros da arbitragem, dois foram os mais questionados: o segundo gol da Chapecoense e um pênalti sobre Athos, não marcado por Célio, considerado pelo presidente da Federação Catarinense de Futebol, “a revelação” da arbitragem catarinense em 2007.
O clima de reclamações da torcida e crônica respingou no técnico Gelson da Silva, que não soube aproveitar a vantagem numérica em campo e, por isso, errando nas substituições no segundo tempo da partida.
O Criciúma fez um gol de pênalti, sofrido e cobrado por Clodoaldo e o segundo marcado por Bilica, contra. A Chapecoense fez o primeiro em contra ataque pela direita, com Jean Carlos e o segundo em bola cruzada da esquerda que passou por toda a zaga e sobrou para Fabinho, livre de marcação, mandar para as redes de Zé Carlos.



