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"Todos são chamados a fazer a caridade e ela só se faz com a humildade", afirma bispo na Missa do Lava-Pés
Celebração aconteceu na Catedral São José, no Centro de Criciúma, na noite desta quinta-feira
Por Redação Engeplus
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Na noite desta quinta-feira, a Catedral Diocesana São José, no Centro de Criciúma, celebrou, em comunhão com a Igreja no mundo inteiro, a Ceia do Senhor: a Missa da Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio Ministerial. Na cerimônia que dá início ao Tríduo Pascal, o bispo da Diocese de Criciúma, Dom Jacinto Inacio Flach, dirigiu sua oração de modo especial a todos os jovens, lembrando o tema da Campanha da Fraternidade, e também pelas crianças.
O rito contou com a encenação do “Lava-Pés”, com um grupo de 12 jovens da Paróquia São José que representaram os discípulos, cujos pés foram lavados pelo bispo diocesano, lembrando o gesto humilde de Jesus Cristo na última ceia. “Jesus lavou os pés porque era costume o chefe de uma família lavar os pés dos visitantes. Esta era uma cerimônia muito importante e significava acolhida. Ricos ou pobres, todos são chamados a fazer a caridade, o bem, e ela só se faz com a humildade”, enfatizou Dom Jacinto em sua homilia, após refazer o gesto.
Ele também falou da importância e da relação entre a Eucaristia e o Sacerdócio Ministerial, para que um e outro existam, para que haja o perdão dos pecados e para que os filhos de Deus sejam alimentados pelo Corpo e Sangue de Cristo, alimento que fortalece a caminhada para a vida eterna. “A Páscoa se realiza a todo o momento, e como isto faz a diferença para nossa fé católica! Os discípulos de Emaús, quando Jesus lhes explicava a Escritura, sentiam algo diferente. E quando Ele repartiu o pão, eles sentiram o mesmo. Ele não é alimento qualquer, mas nos edifica para a vida eterna. Nesta noite, lembremos profundamente o que de mais precioso o Mestre deixou para nós: seu Corpo e seu Sangue”, afirmou sobre o dom da Eucaristia, o bispo Dom Jacinto.
Após a comunhão, teve início na Catedral o momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento, com a Vigília até o meio dia desta Sexta-Feira Santa. Conforme o rito, todos saíram da igreja sem fazer o sinal da cruz, uma vez que a celebração termina com o fim do Tríduo, no Sábado Santo.
Colaboração: Bibiana Pignatel Baesso/Comunicação Diocese de Criciúma



