Torcedor de
Torcedor de Içara viu a primeira bomba
Por Redação Engeplus
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“Vi quando a primeira bomba foi jogada, mas ela apagou do nosso lado e não explodiu. Procurei seguranças do estádio, mas não encontrei nenhum para avisar. Minutos depois, a outra foi jogada e não deu mais tempo pra nada.”
O depoimento é do torcedor Lucas Dagostim, residente em Içara, abalado ainda com o atentado de domingo no Heriberto Hülse.
Lucas estava sentado a poucos metros do aposentado Ivo Costa.
“Eu vi o outro explosivo cair aceso nas costas dele. Vi quando ele colocou a mão para retirá-la e em seguida a explosão”, relata. “Foi tudo tão rápido que fiquei parado, entrei em estado de choque. Fiquei indignado por ver aquele senhor que chegou ao jogo com tanta dificuldade ficar naquele estado.”
Torcedor fanático do Tigre, Lucas costuma assistir aos jogos do Criciúma em casa. Para ele, faltaram seguranças e a presença do GRT, um procedimento, segundo ele, “bastante comum em outras partidas decisivas do Campeonato Catarinense”.



