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Torcedoras viram

Torcedoras viram símbolo do Siderópolis / Unesc

Por Redação Engeplus

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Último jogo em casa do time de futsal Siderópolis / Unesc deixou duas torcedoras muito tristes. Símbolos da assiduidade, Vergilina Rufino, 67 anos, e Nalzira Neotti, 59, não perderam um confronto no Ginásio 19 de Dezembro desde a temporada passada. Com o início da Divisão Especial no dia 10 de maio, elas dependerão de caronas para se deslocar até o ginásio da Unesc.

Vergilina, ou melhor, Dona Nega, foi homenageada no ano passado pela Fundação Municipal de Esportes de Siderópolis. Recebeu um troféu, uma medalha e uma camisa do time. “Eu gosto de vir, é o meu maior passatempo desde que perdi meu marido há seis anos”, explica a torcedora número um do time. “Antigamente, não tinha esporte aqui, mas hoje incentiva a criançada, dá exemplo e livra das drogas”, analisa.

A amiga Nalzira reforça a avaliação e revela-se “desnorteada” com a transferência dos jogos futuros para o campus da universidade. Enquanto Nega é fã do futebol de Marquinhos, ela elegeu Picolé como o craque do time, mas é goleiro Tainha que chama a sua atenção. “Ele faz gol, é o Rogério Ceni de Siderópolis”, compara a torcedora.

(Colaboração/foto: João Manoel Neto / PMS)

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